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EDIÇÃO 22 – MATÉRIA DE CAPA – RELATÓRIOS DE SUSTENTABILIDADE

Postado em 10 de maio de 2011 por Revista Geração
Categoria: Uncategorized

Relatórios de Sustentabilidade devem demonstrar que a gestão da empresa inclui, de fato, princípios sustentáveis

Gestão transparente e preocupada com o futuro

Mais de 3 mil empresas em todo o mundo emitem relatórios de sustentabilidade. A prática, que deve estar inserida na governança corporativa, é uma tendência em constante evolução, pois não basta divulgar as informações de forma apresentável, que fique interessante aos olhos da comunidade, dos funcionários, dos clientes, dos investidores ou dos fornecedores, é preciso inserir a sustentabilidade na gestão da empresa. Em outras palavras: “Tinha muito blá-blá-blá, muita historinha e foto bonita, ou seja, foco apenas nas iniciativas sociais da empresa, quando, na verdade, a sustentabilidade precisa estar inserida na governança corporativa. O relatório precisa tratar da questão social, da história da empresa, do meio ambiente e dos dados econômico-financeiros, precisa ser mais completo, com abordagem quantitativa e qualitativa”, comenta Mauro de Almeida Ambrósio, da Horwath RCS Auditoria e Consultoria, empresa que audita e elabora relatórios de sustentabilidade.

A opinião é compartilhada por Estevam Pereira, da Report, agência especializada em comunicação da sustentabilidade, tendo como um de seus principais produtos os relatórios de sustentabilidade, muitos já premiados. “Antes os relatórios de sustentabilidade contemplavam apenas o aspecto de marketing, mas o mercado passou a exigir relatórios que tivessem informações socioambientais, e trouxe a necessidade de adotar o padrão internacional GRI”, ressalta Pereira.

A Global Reporting Initiative (GRI) – organização não-governametal criada em 1997, com sede em Amsterdã, na Holanda – oferece a metodologia mais bem aceita internacionamente, que permite comparabilidade a empresas do mesmo setor em qualquer parte do mundo. A rede GRI oferece diretrizes para elaboração de relatórios de sustentabilidade e criou, também, suplementos setoriais e protocolos. A orientação para a elaboração de relatórios, na forma de princípios e indicadores, é fornecida gratuitamente. Segundo dados da GRI, cerca de mil organizações em mais de 60 países declararam usar a estrutura de relatórios de sustentabilidade da GRI.

O Brasil é hoje é um dos cinco países do mundo em que a GRI atua que conta com um ponto focal, ou seja, um representante da entidade alocado no país com o objetivo de ampliar a disseminação das diretrizes da organização. Os outros países que contam com representantes são Austrália, Índia, China e EUA. “Pretendemos ter outro ponto focal na África do Sul”, conta Gláucia Terreo, representante da GRI no Brasil. Ela explica que a metodologia GRI é bastante utilizada nos Estados Unidos, na Espanha, e em terceiro lugar no Brasil, com 132 empresas que seguem os princípios da organização. Gláucia comenta que o perfil das empresas que utilizam a metodologia é, na maioria, composto por empresas de capital aberto. Pereira, da Report, ressalta que os princípios da GRI acabam apontando muito claramente para a qualidade do que é reportado. “Tem tornado os relatórios mais precisos, mais relevantes para o que tem que publicar, para não desperdiçar tempo e recursos com algo que não seja relevante”, comenta. Ele exemplifica que as informações que precisam constar nos relatórios devem ser pertinentes ao tipo de negócio da empresa. “Um banco deve trazer dados sobre acesso a crédito, uma mineradora, sobre o impacto ambiental, ou seja, focar mais o conteúdo”.

A sócia da BSD Brasil, Maria Helena Meinert, também destaca que os relatórios de sustentabilidade devem priorizar aquilo que é, de fato, relevante para a empresa em questão. Vale ressaltar que a BSD é uma consultoria especializada em desenvolvimento sustentável, responsabilidade social empresarial e comércio justo. É, também, uma das prioneiras na oferta de auditoria para relatórios de sustentabilidade, pois oferece o serviço há cerca de seis anos. Maria Helena acrescenta um exemplo: uma usina hidrelétrica deve focar nos impactos ambientais e sociais nas áreas inundadas. “O importante é que a empresa defina quais são os assuntos mais relevantes em processos estruturados de consulta e engajamento de stakeholders”. Pereira lembra que não é preciso falar de tudo, mas sim, ser mais específico. “O ideal é fazer uma coleta consistente dos indicadores. Se a empresa usa estes indicadores apenas uma vez por ano, só na hora de relatar, mostra que não está fazendo a gestão correta. O relatório de sustentabilidade não pode ser um produto, mas o processo de gestão que a empresa gera, que precisa falar de sustentabilidade 365 dias por ano”, considera. Segundo ele, os relatórios de sustentabilidade auxiliam na gestão do negócio, pois melhoram o desempenho da empresa.

Maria Helena salienta uma mudança qualitativa na produção dos relatórios. “Apesar de ainda haver um longo caminho a ser percorrido, muitas empresas demonstram evolução nos seus relatórios pela apresentação de temas críticos e dilemas, buscando uma melhor contextualização da atuação da empresa na região onde atua. De forma geral, as empresas estão em um processo de aprendizado sobre a sustentabilidade empresarial”, acredita.

Uma questão de princípios

A GRI fornece, gratuitamente, princípios e indicadores para elaboração dos relatórios de sustentabilidade. Afinal, a visão da GRI é que os relatórios de desempenho econômico, ambiental e social elaborados por todas as organizações sejam tão rotineiros e passíveis de comparação como os relatórios financeiros.

“A rede GRI confirma essa visão ao desenvolver e melhorar continuamente sua estrutura de relatórios de sustentabilidade, além de criar competência para sua utilização, cujo componente essencial são as Diretrizes para Elaboração de Relatórios de Sustentabilidade. Outros componentes da estrutura de relatórios são os suplementos setoriais e os protocolos”, destaca o site em português da GRI.

Segundo a organização, para assegurar alto grau de qualidade técnica, credibilidade e relevância, a Estrutura de Relatórios de Sustentabilidade da GRI é desenvolvida e continuamente melhorada por meio de um intenso engajamento multistakeholder que envolve organizações relatoras e especialistas que, juntos, desenvolvem e revisam o conteúdo da Estrutura de Relatórios. Os níveis de aplicação das diretrizes GRI variam de acordo com os indicadores relatados pela empresa que vão dos níveis “C” até “A”. Para definição de conteúdo dos relatórios de sustentabilidade os principais princípios da GRI são materialidade, inclusão das partes interessadas, abrangência, e contexto da sustentabilidade. Já para assegurar a qualidade do relatório, os princípios são equilíbrio, comparabilidade, exatidão, periodicidade, clareza e confiabilidade.

Até 2010 a GRI oferecia três tipos de selos para todos os níveis. O selo de auto-declaração, o verificado por terceira parte e o GRI Check. Os selos da auto-declaração e da verificação estavam disponíveis gratuitamente via download no site do GRI. Entretanto, desde janeiro deste ano a organização não oferece mais estes dois selos. “A própria empresa, ao fazer o relatório pode declarar: ‘Utilizei a metodologia GRI nível A ou nível B’. O selo estampado dava a impressão de chancela da GRI, o que não acontece nestes casos”, explica Gláucia, da GRI. Atualmente, a GRI fornece apenas o selo “GRI Checked”. Para isso, é preciso enviar o relatório para a GRI. O custo é em Euro (1.700) ou gratuitamente para membros da organização. Neste caso, o relatório entra na base de dados da GRI como “checado pela GRI”. Gláucia explica que a medida foi tomada porque, infelizmente, muitas empresas apresentavam relatórios de baixa qualidade, mas inseriam selos da GRI, sem utilizar os princípios de forma adequada. “Se a empresa não aplica a metodologia GRI corretamente no relatório de sustentabilidade não usufrui benefícios de melhoria de gestão. Não adianta fazer por fazer, é gastar discurso e recursos à toa”, destaca.

Ela enfatiza que a produção do relatório precisa ir a fundo na gestão empresa. No caso da gestão de risco, por exemplo, ela usa a metáfora do iceberg. “Em geral, as empresas relatam apenas o que se vê, e esquecem que a parte de baixo é o suporte da empresa. Não estão acostumadas a medir, a analisar a empresa. Se não mede, não vai gerenciar de forma correta. As diretrizes GRI são uma forma de olhar o que está abaixo, o iceberg todo”, comenta.

Evolução das diretrizes GRI

Gláucia lembra que a GRI quer formar massa crítica, por isso, constrói suas diretrizes pensadas globalmente, multistakeholder. É um trabalho em rede. Ela conta que em 1997 foi feito o primeiro rascunho das diretrizes, sendo que a primeira versão foi lançada em 2000, ano em que a metodologia GRI chegou ao Brasil. “Mas ainda era uma colcha de retalhos. A Natura foi a primeira empresa brasileira a testar a ferramenta. Lançou seu relatório de sustentabilidade com princípios GRI em 2001 e por vários anos serviu como inspiração e exemplo para outras empresas”, lembra Gláucia.

Em 2002 foi lançada uma versão melhorada, mas ainda não trazia muita clareza para a produção de relatórios de sustentabilidade. “Afinal, relatório bom é o que vai direto ao ponto”, esclarece. A terceira geração de diretrizes GRI – a chamada G3 – foi lançada em 2006. Segundo Gláucia, que é a representante da organização no Brasil desde 2007, começa aí o crescimento do uso da metodologia em território brasileiro. Afinal, as diretrizes foram disponibilizadas em português, o que tornou mais amigável o manuseio da ferramenta. No dia 23 de março deste ano, a GRI lançou a G3.1, uma versão atualizada das diretrizes, com mais indicadores (sobre relações com a comunidade, gênero e direitos humanos). “É um protocolo para ajudar a entender melhor a materialidade no conteúdo das informações. No entanto, a empresa que quiser continuar usando a G3, pode continuar, pois não difere muito”, explica Gláucia. A quarta geração de diretrizes, a G4, deve ser lançada em maio de 2013, durante a próxima conferência de Amsterdã. “Quanto mais gente usando e concientizada, a probabilidade de a minha filha de seis anos ter um mundo melhor é maior”, comenta Gláucia. Ela ressalta que este é o sentido geral da ferramenta. Entretanto, para usar as diretrizes de forma eficaz, a representante da GRI no Brasil sugere que a empresa planeje seu relatório internamente, antes entrar em contato com a consultoria que confeccionará o documento. Segundo ela, é preciso, antes de tudo, ter clareza do processo. A decisão deve ser coletiva, bem como o planejamento. Deve ser pensado sobre o tamanho da equipe que trabalhará na composição dos dados, se o texto será impresso, quais níveis de aplicação terá. É preciso definir a materialidade e formar um comitê, pois a produção do relatório de sustentabilidade depende de um intenso diálogo interno e grande conexão com as partes interessadas. “O relatório de sustentabilidade deve ser fruto do processo de gestão”, lembra Gláucia. Somente depois é possível partir para o processo de publicação e asseguração. Ela sugere, no caso da realização do primeiro relatório da empresa, o prazo de pelo menos um ano de trabalho para que o resultado seja de qualidade.

A representante da GRI no Brasil comenta que a organização idealiza que 100% das empresas estejam usando o modelo em breve. “E que agregue a avaliação de desempenho financeiro e também socioambiental”, lembra. Afinal, é preciso que a sustentabilidade esteja no discurso e na ação das empresas. Por isso a GRI tem lutado para integrar as três dimensões dos relatórios. Neste sentido, formou, em 2010 o Comitê Internacional para Integração dos Relatórios (International Integrated Reporting Committee – IIRC – www.integratedreporting.org) em parceria com a A4S – Accounting for Sustainability. O Brasil tem dois representantes no IIRC. De acordo com Gláucia, alguns países já tornaram os relatórios integrados obrigatórios. “Na África do Sul empresa listada na bolsa tem que apresentar relatório integrado. Na Suécia empresa estatal é obrigada a apresentar relatório de sustentabilidade. A autoregulação é um bom sinal, pragmatiza”, destaca. Seguindo esta tendência, o intuito do IIRC é apresentar a proposta ao Grupo dos 20 (G20), formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais de 19 países mais a União Europeia, entre eles o Brasil. Gláucia enfatiza que a inclusão da sustentabilidade na gestão das empresas é uma necessidade urgente. “Temos inúmeros problemas no planeta e ainda há quem não dê conta para isso”, comenta, elencando algumas necessidades como manutenção da biodiversidade e a proteção à saude. Também lembra que a responsabilidade é de todos e as empresas são partes muito interessadas no processo, já que não podem colocar a sobrevivência de seus negócios em risco. “Por isso precisam fazer parte da solução do problema, e não estarem fora. É um jeito de atuar para contribuir com melhorias no planeta”, considera.

A auditoria de relatórios de sustentabilidade

Ambrósio, da Horwath RCS, lembra que a realização de auditoria é recente no Brasil, se comparada à Europa e aos Estados Unidos. “Poucas empresas submetem seus relatórios a auditoria. Podemos dizer que de cada dez empresas, seis a sete, ou seja, 60%, audita. No Brasil, de cada dez uma ou duas faz auditoria, ou seja, de 10% a 15%”, comenta. Mas Ambrósio destaca que este cenário começa a mudar. “Temos recebido muitas empresas interessadas em auditar seus relatórios, por dois fatores fundamentais: as empresas querem se adequar aos princípios do GRI com padrão checked (auditado), ou possuem muita infomação nos relatórios de sustentabilidade e querem dar mais credibilidade e transparência”, explica.

O auditor destaca que, como os relatórios são anuais – a maioria é produzido entre dezembro e janeiro e é publicado entre abril e maio – o ideal é que o auditor se envolva desde a produção. O trabalho de checagem pode levar de 30 a 45 dias, pois depende da complexidade dos relatórios. Maria Helena, da BSD, também ressalta que nos últimos anos tem se observado um grande aumento da quantidade de relatórios de sustentabilidade publicados. “Contudo, este crescimento não significa necessariamente que as informações publicadas sejam confiáveis. Com a preocupação de garantir informações de qualidade aos stakeholders, algumas empresas passaram a submeter seus relatórios à verificação externa. O estabelecimento de procedimentos sistemáticos de verificação independente das informações publicadas contribui para o aumento da confiança dos stakeholders”, enfatiza.

Ela explica que o processo de assurance (certificação) contempla algumas atividades básicas, que fundamentam as conclusões do verificador (Declaração de Garantia). Estas ações são identificação da origem das informações para elaboração do relato; avaliação dos controles internos, processos de registro e atualizações relacionadas às informações do relato; avaliação da relevância das informações quanto à gestão da sustentabilidade e o contexto da empresa; e avaliação de processos de engajamento de stakeholders. “Internamente, o processo contribui significativamente com a melhoria dos processos e controles internos, além do maior envolvimento das equipes internas e da alta administração. Além disso, reduz riscos por meio da identificação de temas críticos e aumenta a confiança dos stakeholders na empresa”, considera a auditora. Maria Helena ressalta que a auditoria dos relatórios dá mais credibilidade ao processo. “A verificação proporciona ao leitor uma opinião independente clara sobre os temas relevantes para a empresa. As conclusões da verificação são publicadas na Declaração de Garantia, ao final do relatório”, conta.

A auditora também comenta que os leitores de relatórios buscam informações relevantes que de fato reflitam a estratégia de gestão de sustentabilidade empresarial. Por isso, segundo ela, cada vez mais, é preciso investir esforços no desenvolvimento de relatórios focados em assuntos materiais e com informações confiáveis examinadas por terceira parte.

Empresas interessadas na qualificação dos relatórios

A cada dia, novas empresas buscam os serviços de consultorias e auditorias para seus relatórios de sustentabilidade. O intuito é qualificar a publicação. É o caso da Copagaz, empresa nacional com 50 anos de atividade, integrada na distribuição de GLP (gás de cozinha). A Copagaz, que publicou seu primeiro relatório em 2001, entende que o relatório de sustentabilidade é um importante instrumento de comunicação e gestão para que a empresa tenha a oportunidade de prestar contas e relatar aos seus stackholders, à sociedade e ao mercado suas melhores práticas rumo à sustentabilidade.

“A princípio era apenas um Balanço das Ações Sociais, sem muito envolvimento das diversas áreas. A partir de 2005, passamos a utilizar as orientações do Ibase – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas e em 2006, agora com envolvimento dos diversos gestores da empresa, utilizamos, além do Ibase, as diretrizes do Global Reporting Iniciative – GRI. Iniciamos a auditoria externa a partir de 2009. De certa forma, uma evolução gradativa”, comenta Elizete Neto Tavares Paes, assessora do Diretor-Presidente e coordenadora do Comitê de Sustentabilidade da Copagaz. Segundo ela, há um comprometimento com o imperativo da transparência das atividades da Copagaz no seu desempenho social, ambiental e econômico, seguindo a metodologia G3 da GRI. Elizete destaca que o grande desafio de qualquer empresa na confecção de seus relatórios é a presteza no atendimento e o engajamento de todos os envolvidos no processo, considerando-se os stakeholders externos e internos. “O relatório é sempre uma ferramenta que estimula o desenvolvimento de melhores práticas de gestão e estabelece caminhos específicos para cada setor da organização”, acredita.

A empresa adere aos princípios da GRI, que estabelece indicadores para medir e relatar seu desempenho. “São orientações que continuam a evoluir a cada ano por meio de um consenso entre representantes de empresas, sociedade civil, setor financeiro, trabalhadores, academia e outros”, lembra Elizete. Além disso, a coordenadora do Comitê de Sustentabilidade da Copagaz ressalta que a auditoria independente garante às partes interessadas a transparência, a credibilidade e a materialidade das informações constantes no relatório. É uma revisão necessária, segundo ela.

“Para os stakeholders, o relatório de sustentabilidade é um instrumento que permite a eles tomarem conhecimento das práticas desenvolvidas pela organização durante o ano de vigência do relatório. Além disso, há o processo de engajamento, já realizado em anos anteriores, onde são apontados pelos stakeholders os temas de maior interesse e relevância nos relatórios, proporcionando dessa forma, uma comunicação clara e personalizada com seus grupos de interesse”, salienta Elizete.

** Matéria publicada na Edição 22 – Revista Geração Sustentável (Criselli Montipo)

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