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ACADEMIAS AO AR LIVRE ELEVAM A QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO

Postado em 10 de outubro de 2011 por Revista Geração
Categoria: qualidade de vida, saúde, socioambiental

Porque esses espaços estão se multiplicando pelo país e como o poder público, em parceria com a iniciativa privada, pode ajudar a manter academias de forma sustentável

Existem diferentes formas da sociedade se relacionar com o meio ambiente. Com a ocupação de espaços públicos de lazer e recreação, como por exemplo as praças e parques, as pessoas estão não somente em contato com outras, bem como com a natureza, conscientizando-se da necessidade de preservá-la. Para ampliar a oferta de espaços públicos que promovem esse tipo de interação e ainda proporcionem qualidade de vida a população, o poder público de diferentes cidades do Brasil está adotando cada vez mais como estratégia a implementação das academias ao ar livre.

Em Curitiba, as academias já estão localizadas em 64 pontos da capital, se consolidando como referência para a população que busca melhoria da condição física, qualidade de vida e saúde. É o caso de Leoninda Nogueira Chaves, de 65 anos, que todos os dias, bem cedo pela manhã ou no final da tarde, caminha até o parque Bacacheri para utilizar os equipamentos da academia ao ar livre. Ela conta que tem artrose e osteoporose e por isso sentia muitas dores no corpo, principalmente nos ombros e no quadril, e que depois que começou a utilizar os equipamentos instalados no parque começou a se sentir melhor. “Eu não gosto de academia fechada, já fiz e parei. Depois comecei a fazer apenas caminhadas, mas meu médico pediu para que eu fizesse ginástica nas academias ao ar livre e eu gosto de vir aqui”, afirma a aposentada comentando sobre o ar puro e o cheiro de mato que, segundo ela, dão uma sensação de bem estar durante as práticas.

Além de Leonina, uma pesquisa publicada pela Universidade Estadual de Maringá constatou que as academias trazem de fato benefícios a saúde de outros usuários da terceira idade. Intitulada “Frequência da atividade física e uso de medicamentos em usuários das academias da terceira idade no município de Maringá”, o estudo apontou que um dos maiores benefícios é que as Academias da Terceira Idade (ATI) instaladas na cidade, viabilizaram para a população o acesso a prática de atividade física, uma vez que 40% dos frequentadores relataram que não faziam nenhum tipo de atividade física antes de começar a frequentar esses espaços. Leia a matéria completa