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	<title>Revista Geração Sustentável - A Revista do Desenvolvimento Sustentável Corporativo</title>
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	<description>A Revista do Desenvolvimento Sustentável Corporativo</description>
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		<title>CRIANÇAS APRENDEM A DAR OUTRO DESTINO PARA RESÍDUOS ORGÂNICOS</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 22:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projeto de compostagem orgânica denominado Minhocagem leva a educação ambiental para as crianças que transformam lixo orgânico em adubo Zé Nhoco é uma personagem minhoca criada para ajudar crianças a entender e praticar o processo de compostagem orgânica. Numa história ao lado de Seu Sujeira, Tico Bala, Mujinho, Mestre Zangão e Miguel &#8211; personagens desenvolvidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/IMG_8735.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1508" title="IMG_8735" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/IMG_8735.jpg" alt="" width="320" height="214" /></a><br />
Projeto de compostagem orgânica denominado Minhocagem leva a educação ambiental para as crianças que transformam lixo orgânico em adubo</p>
<p>Zé Nhoco é uma personagem minhoca criada para ajudar crianças a entender e praticar o processo de compostagem orgânica. Numa história ao lado de Seu Sujeira, Tico Bala, Mujinho, Mestre Zangão e Miguel &#8211; personagens desenvolvidos pelo ilustrador Crisrobert Caires &#8211; Zé Nhoco trabalha na transformação dos resíduos orgânicos em húmus assim como acontece no projeto Minhocagem, que além de conscientizar crianças sobre os cuidados com a natureza, despertando o interesse pela compostagem orgânica e pela preocupação com o lixo, dá um destino correto aos resíduos orgânicos que são transformados em fertilizantes.</p>
<p>O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, lançado pela ABRELPE em 2010, incluindo dados do IBGE, revelam que um habitante produz em média 1,079 Kg de lixo por dia, gerando no total cerca de 173.583 toneladas de resíduos ao ano. A comparação entre os dados de 2009 e 2010 apresentados na pesquisa identificam um aumento de 5,3% no índice per capita de geração de resíduos sólidos do Brasil como um todo e um acréscimo de 6,8% na quantidade total gerada em relação ao ano anterior.</p>
<p>De modo geral, grande parte do lixo produzido no Brasil é reciclado, outra parte, principalmente o lixo orgânico, o que corresponde a mais de 50% do lixo doméstico produzido, é enviada para os aterros. Para diminuir essa quantidade de lixo enviada para os aterros, a alternativa de se produzir húmus, adubo que pode ser utilizado na melhoria das hortas, plantas e jardins, foi desenvolvido o projeto de educação ambiental infantil denominado Minhocagem. O projeto de compostagem orgânica realizado por micro-organismos e pelas minhocas foi criado pela empresa R8, que trabalha com a consultoria ambiental, serviços de compostagem orgânica em geral e com a gestão de resíduos sólidos para qualquer tipo de empresa.</p>
<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/DSC09971-copy.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1509" title="DSC09971 copy" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/DSC09971-copy-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Realizado em instituições de ensino, clubes e espaços de Curitiba onde há interesse em se aplicar a compostagem orgânica, o projeto é desenvolvido em diferentes formatos com a preocupação em se adaptar as idades dos participantes que varia entre 3 e 12 anos, conforme explica a engenheira química e idealizadora do projeto Ana Carolina de Macedo Sant´Ana. Ela conta que já realizava a compostagem em sua casa e que a ideia inicial do trabalho surgiu a partir da necessidade de dar destino correto ao orgânico, trabalhando inicialmente essa questão por meio da educação infantil. “O trabalho é flexível, posso apenas explicar as crianças o que é a compostagem e como é feita, até desenvolver um trabalho contínuo com a instalação de uma composteira”, afirma a engenheira. Este último é um programa de meses e por ter uma continuidade, afirma Ana, “faz com que as crianças percebam na prática como uma banana pode se transformar em adubo”.</p>
<p>A educação ambiental pode fazer parte do currículo escolar de maneira transversal com desenvolvimento de estudos, pesquisas e experimentações. No colégio Santa Maria, na capital paranaense, por exemplo, as crianças das turmas dos primeiros anos participam do projeto Minhocagem e ajudam a cuidar de uma composteira instalada na instituição. Segundo a coordenadora psicopedagógica do estabelecimento de ensino, Antoniella Polinari Cavassin, a iniciativa faz parte de um projeto ainda maior em que as crianças aprendem sobre o desperdício, reciclagem, reeducação e reutilização. “As crianças já tem uma consciência muito grande e demonstram uma mudança na postura em não gerar excedentes e excesso de lixo. Assim, o projeto soma com esse trabalho de redução de consumo e produção de lixo”, afirma Antoniella explicando que apesar de ainda não ter sido obtido o húmus, este é um projeto para o ano que vem, onde será trabalhada a questão da decomposição e o destino final do material.</p>
<p>A idealizadora do projeto Minhocagem conta que a apresentação do tema e das personagens pode ser feita por meio de uma palestra, de atividade prática e da distribuição de material ilustrativo. Uma atividade lúdica, por exemplo, foi realizada durante apenas uma tarde com as crianças do Clube Curitibano que trabalharam a gestão de resíduos em uma colônia de férias. Além da compostagem orgânica, também são abordados os assuntos lixo, sua problemática, reciclagem entre outros &#8211; sempre com a participação intensa das crianças.</p>
<p>“Com as composteiras nas escolas, as crianças sentem-se responsáveis pelas minhocas e levam para o lanche alimentos mais saudáveis para que possam alimentar as minhocas com os restos”, afirma Ana sobre o fato do projeto também estimular melhorias na alimentação, no senso de responsabilidade, na relação com a natureza e, consequentemente, na qualidade de vida dos participantes. Para o ano que vem, a engenheira expõe que novos trabalhos relacionados ao tema estão sendo preparados com atividades envolvendo palestras, apresentações de teatro, confecção de novos materiais educativos, etc.</p>
<p>Para os interessados em aplicar a compostagem orgânica em suas residências contribuindo também com a sustentabilidade, a R8 Ambiental comercializa ainda kits de compostagem, húmus e fertilizante líquido. Os produtos são comercializados na página do projeto: http://www.minhocagem.com.br/</p>
<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/Logo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1510" title="Logo" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/Logo-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a>Conheça Zé Nhoco e seus amigos</p>
<p>O Zé Nhoco é a principal personagem de nossa história! É a minhoca que junto com seus familiares e amigos, trabalha na transformação dos resíduos orgânicos em húmus. O Zé Nhoco é uma minhoca muito esperta e inteligente, pois além de fazer esse belo trabalho, incentiva as crianças a cuidarem mais da natureza.</p>
<p>O Seu Sujeira é um urubu que vive nos lixões. Ele e outros urubus, ratos, moscas e baratas vivem do lixo e desta forma acabam causando sérios problemas ao meio ambiente e à saúde.</p>
<p>O Tico Bala é um dos amigos do Zé Nhoco que o ajuda a cuidar da natureza. É um passarinho tico-tico que carrega o Zé Nhoco para fazer a vaporização do líquido fertilizante sobre as plantas.</p>
<p>O Mujinho é outro amigo da natureza: Um caramujo que carrega o Zé Nhoco, o húmus e o líquido fertilizante formados até o encontro do Tico Bala e do Miguel.</p>
<p>O Mestre Zangão é o professor no mundo do Zé Nhoco. Ele ensina toda a turma a como cuidar melhor da natureza e ensina as crianças a tomarem as atitudes corretas para ajudar a recuperar o meio ambiente.</p>
<p>O Miguel já participa do PROJETO MINHOCAGEM. É ele o responsável por colocar os resíduos orgânicos na casa do Zé Nhoco e também por retirar o húmus formado e colocá-lo nas plantas e hortas. O Miguel representa todas as crianças que participam do PROJETO MINHOCAGEM e que cuidam da natureza.</p>
<p>** Matéria publicada originalmente na edição 26 da revista Geração Sustentável<br />
Jornalista: Aline Presa</p>
<p>=====================================================</p>
<p>Veja outros conteúdos dessa edição:</p>
<p>Matérias:<br />
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)<br />
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido<br />
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente<br />
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil<br />
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável<br />
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável</p>
<p>Artigos:<br />
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?<br />
Jeronimo Mendes &#8211; Inovação e espírito empreendedor<br />
Antenor Demeterco Neto &#8211; Logística e desenvolvimento econômico sustentável?<br />
Gastão Octávio da Luz &#8211; Desafios Globais ao &#8220;desenvolvimento sustentável&#8221;</p>
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<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/assinar/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1389" title="livro_razzoto" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/livro_razzoto8-300x182.jpg" alt="" width="300" height="182" /></a>Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco Sustentabilidade</p>
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		<item>
		<title>ACESSO COMPLETO EDIÇÃO 26</title>
		<link>http://geracaosustentavel.com.br/2012/01/22/acesso-completo-edicao-26/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 10:41:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tema de Capa: Cultura e Sustentabilidade Veja os conteúdos dessa edição: Matérias: Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak) Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável Gestão de Resíduos: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tema de Capa: Cultura e Sustentabilidade</p>
<p>Veja os conteúdos dessa edição:</p>
<p>Matérias:<br />
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)<br />
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido<br />
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente<br />
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil<br />
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável<br />
Gestão de Resíduos: Crianças aprendem a dar outro destino aos resíduos orgânicos<br />
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável</p>
<p>Artigos:<br />
Fábio André Chedid Silvestre: As leis de incentivo à cultura<br />
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?<br />
Jeronimo Mendes – Inovação e espírito empreendedor<br />
Antenor Demeterco Neto – Logística e desenvolvimento econômico sustentável?<br />
Gastão Octávio da Luz – Desafios Globais ao “desenvolvimento sustentável”</p>
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<p><div><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:420px;height:280px" id="8d794d3e-ee5b-3abb-9366-fa4c0be6e812" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120122103156-aa0919d647f54c8ca8366ed92b85f966" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" style="width:420px;height:280px" flashvars="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=120122103156-aa0919d647f54c8ca8366ed92b85f966" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" /></object><div style="width:420px;text-align:left;"><a href="http://issuu.com/revistageracaosustentavel/docs/gs_26_af_site?mode=embed" target="_blank">Open publication</a> - Free <a href="http://issuu.com" target="_blank">publishing</a> - <a href="http://issuu.com/search?q=corporativo" target="_blank">More corporativo</a></div></div></p>
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		</item>
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		<title>SUSTENTABILIDADE NA HUB ESCOLA DE VERÃO</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 11:19:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hubescolacwb.com/"><img class="alignleft size-full wp-image-1464" title="HUB_2012" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/HUB_2012.png" alt="" width="600" height="811" /></a></p>
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		<title>EDIÇÃO 26 JÁ ESTÁ CIRCULANDO: CULTURA E SUSTENTABILIDADE</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 00:42:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cultura: respeitar o passado, atuando no presente, sem deixar de olhar para o futuro Um tema de capa que tratasse de cultura e sustentabilidade era um desejo antigo de publicação da nossa revista. Quando começamos a conversar com os idealizadores do Parque Histórico de Carambeí sentimos que esse momento estava amadurecendo e que teríamos um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/gs_26_imagemcapa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1460" title="gs_26_imagemcapa" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/gs_26_imagemcapa.jpg" alt="" width="413" height="547" /></a></p>
<p><em>Cultura: respeitar o passado, atuando no presente, sem deixar de olhar para o futuro</em></p>
<p>Um tema de capa que tratasse de cultura e sustentabilidade era um desejo antigo de publicação da nossa revista. Quando começamos a conversar com os idealizadores do Parque Histórico de Carambeí sentimos que esse momento estava amadurecendo e que teríamos um case ideal que contemplasse esses dois temas.</p>
<p>Você, caro leitor, pode se questionar&#8230; Por que considerar o tema cultura tão importante assim? Talvez você até se pergunte, o que o tema sustentabilidade tem a ver com os aspectos culturais? Acredito que a cultura é efetivamente a quarta dimensão da sustentabilidade, considerando não apenas um complemento do conhecido tripé (econômico, ambiental e social), mais sim um pré-requisito para o desenvolvimento. E vou além! Acredito que a dimensão cultural é mais importante do que as três dimensões tradicionais. Na minha concepção, os fatores culturais que estão ligados aos hábitos, costumes e valores locais determinarão a evolução econômica e o respeito aos fatores socioambientais. Entendo também que podemos ter um excelente projeto ambiental e, se não existir aceitação cultural, esse projeto acaba não trazendo resultados esperados. Quando se fala em cultura em uma localidade, parece que enxergamos o grau de sustentabilidade (ou de falta de sustentabilidade) daquela comunidade local. Talvez isso explique a razão de encontrarmos algumas regiões deterioradas e outras não, em localidades não muito distantes.</p>
<p>A utilização do exemplo do Parque Histórico de Carambeí irá ilustrar claramente a relevância cultural para a continuidade de uma sociedade. Essa matéria sobre o parque demonstra toda a trajetória da comunidade holandesa na região dos Campos Gerais no estado do Paraná. Os entrevistados comentam sobre os fatores históricos, que foram essenciais para que a comunidade local superasse os desafios e se fortalecesse. A construção do parque é uma forma de respeitar o passado, atuando no presente sem esquecer do futuro.</p>
<p>Esta edição ainda traz conteúdos relacionados ao projeto minhocagem, que é voltado à educação ambiental infantil, bem como uma matéria sobre a legislação brasileira para carros elétricos. Além desses conteúdos, temos uma matéria sobre a ABRAPS (Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade); uma matéria sobre a tendência de comercialização dos produtos de limpeza em embalagens menores e com fórmulas mais concentradas; e uma matéria sobre os projetos para 2012 do CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial).</p>
<p>Boa Leitura!<br />
Pedro Salanek Filho</p>
<p>=====================================================</p>
<p>Veja os conteúdos dessa edição:</p>
<p>Matérias:<br />
Entrevista: Elisa Prado (Tetra Pak)<br />
Capa: Campos Gerais: um Paraná a ser conhecido<br />
Visão Sustentável: Produtos concentrados fazem bem ao meio ambiente<br />
Desenvolvimento Local: Setor de sustentabilidade ganha representatividade no Brasil<br />
Responsabilidade Social: Paraná se mobiliza para o desenvolvimento sustentável<br />
Gestão de Resíduos: Crianças aprendem a dar outro destino aos resíduos orgânicos<br />
Energias Renováveis: Cenário para comercialização de carros elétricos no Brasil ainda não é favorável</p>
<p>Artigos:<br />
Fábio André Chedid Silvestre: As leis de incentivo à cultura<br />
Leandro F. Bastos Martins: Promessa é dívida?<br />
Jeronimo Mendes &#8211; Inovação e espírito empreendedor<br />
Antenor Demeterco Neto &#8211; Logística e desenvolvimento econômico sustentável?<br />
Gastão Octávio da Luz &#8211; Desafios Globais ao &#8220;desenvolvimento sustentável&#8221;</p>
<p>=================================<br />
<a href="http://geracaosustentavel.com.br/assinar/"><img class="alignleft size-full wp-image-1389" title="livro_razzoto" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/livro_razzoto8.jpg" alt="" width="400" height="243" /></a>Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco Sustentabilidade</p>
<p>A revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.</p>
<p>Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.</p>
<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/assinar/">Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!</a></p>
<p>*Promoção por tempo limitado</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>QUE EM 2012 VOCÊ MELHORE O MUNDO!</title>
		<link>http://geracaosustentavel.com.br/2011/12/22/que-em-2012-voce-melhore-o-mundo/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/GS-natal-2012.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1455" title="GS natal 2012" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/GS-natal-2012.jpg" alt="" width="2175" height="1461" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CARRO ELÉTRICO EM LARGA ESCALA JÁ É UMA REALIDADE</title>
		<link>http://geracaosustentavel.com.br/2011/12/09/carro-eletrico-em-larga-escala-ja-e-uma-realidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 18:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[NISSAN LEAF, PRIMEIRO CARRO 100% ELÉTRICO, PRODUZIDO EM LARGA ESCALA Disponível nos mercados dos Estados Unidos, Japão e alguns países da Europa, esse veículo anuncia uma nova era de mobilidade, a de zero emissão O Nissan LEAF, primeiro carro produzido em larga escala 100% elétrico, anuncia uma nova era de mobilidade – a era de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/nissan_1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1442" title="nissan_1" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/nissan_1.jpg" alt="" width="819" height="608" /></a>NISSAN LEAF, PRIMEIRO CARRO 100% ELÉTRICO, PRODUZIDO EM LARGA ESCALA</p>
<p>Disponível nos mercados dos Estados Unidos, Japão e alguns países da Europa, esse veículo anuncia uma nova era de mobilidade, a de zero emissão</p>
<p>O Nissan LEAF, primeiro carro produzido em larga escala 100% elétrico, anuncia uma nova era de mobilidade – a era de emissão zero. Diferentemente de veículos equipados com motor de combustão interna, o sistema de transmissão do LEAF não possui tubo de escape e, portanto, nenhuma emissão de CO2 ou outros gases de efeito estufa. (Na foto: Pedro Salanek Filho, diretor executivo da revista Geração Sustentável)</p>
<p>Desenvolvido com chassi movido a bateria de íon de lítio, possui autonomia de 160 km com uma única carga (de acordo com dados da US EPA City Cicle), capaz de se recarregar completamente em 8 horas, em uma tomada de 220 volts, ou ainda de ter 80% de carga em apenas 30 minutos, utilizando um carregador de 400 volts. O pacote de bateria íon de lítio avançado contém uma garantia de 8 anos ou 160.000 km. O LEAF é um hatch de porte médio com cinco lugares confortáveis, motor CA síncrono de grande resposta (80 kW) que gera 107 cv e um torque de 28,5 kgfm. Oferece 100% de seu torque desde o início, proporcionando aceleração suave e consistente, com sensação de condução semelhante à de um motor V6 convencional.</p>
<p>É um &#8220;carro de verdade&#8221;, que não emite poluentes, acessível e com autonomia de carga suficiente para as necessidades urbanas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o LEAF é comercializado por US$ 32.700, sem contar os descontos proporcionados pelo governo local que está incentivando o carro elétrico tanto para a indústria quanto para o mercado.</p>
<p>O Nissan LEAF é a incorporação da visão inovadora da marca em relação ao futuro e a décadas de investimentos e pesquisas. A companhia tem uma abordagem holística para o modelo de negócios do veículo elétrico, o que significa pensar em longo prazo e estar orientada a definir alianças e parcerias que tornam viável sua comercialização. Para isso, programas de mobilidade com emissão zero foram firmados com governos locais e instituições privadas de países como Reino Unido, Portugal, Japão e Estados Unidos, no total de mais de 30 parcerias no mundo. No Brasil, a cidade de São Paulo, foi a primeira a assinar um termo de compromisso para estudar a implantação de uma rede de recargas para este tipo de automóvel.</p>
<p>Fabricado atualmente em Oppama, no Japão, ele terá a produção em Smyrna, Tennessee, EUA, em 2012. Enquanto isso, baterias de íon lítio estão sendo produzidas em Zama, Japão, com produção adicional planejada para EUA, Reino Unido e Portugal, e outros locais para investimento estão em estudo no mundo.</p>
<p>Lançado em 2010 no Japão, EUA e em alguns países da Europa, o Nissan LEAF revolucionou o conceito de mobilidade e marcou uma nova era para a indústria automotiva. Neste ano, conquistou o principal reconhecimento do setor automotivo, o prêmio “Carro do Ano 2011” nos EUA, além do “Carro do Ano” na Europa e o “Top Safety 2011”.</p>
<p><a href="http://revistageracaosustentavel.blogspot.com/2011/12/especificacoes-tecnicas-nissan-leaf.html">Conheça aqui as especificações técnicas!</a></p>
<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/nissan_e.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1447" title="nissan_e" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/nissan_e.jpg" alt="" width="863" height="554" /></a>O estilo diferenciado do exterior do Nissan LEAF é caracterizado por um design em forma de V vertical acentuado, longos faróis dianteiros de LED inclinados para cima com uma aparência refletiva interna azul</p>
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		<title>ABRINDO O SILÊNCIO PARA O MUNDO</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 14:23:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Inclusão social dos surdos é meta da parceria do Instituto Seli e Grupo Uninter Formação e educação são bases para o desenvolvimento de qualquer ser humano. Por isso são tão importantes e valorizadas no mundo atual, que requer de cada indivíduo uma capacidade de interação e atuação independentes e certeiras. Visualizando essas necessidades na sociedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/libras_3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1431" title="libras_3" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/libras_3.jpg" alt="" width="388" height="492" /></a>Inclusão social dos surdos é meta da parceria do Instituto Seli e Grupo Uninter</p>
<p>Formação e educação são bases para o desenvolvimento de qualquer ser humano. Por isso são tão importantes e valorizadas no mundo atual, que requer de cada indivíduo uma capacidade de interação e atuação independentes e certeiras.</p>
<p>Visualizando essas necessidades na sociedade atual, o Instituto SELI (Surdez Educação Linguagem e Inclusão) se organizou-se para dar aos surdos a oportunidade de atuação na sociedade em geral de igual para igual com pessoas que não tem o silêncio como parceiro diário. “O objetivo do instituto é formar e educar cidadãos surdos com consciência e capacidade de atuação na sociedade, permitindo que tenham liberdade de expressão e exerçam sua individualidade”, afirma Márcia Miola, diretora do Instituto SELI.</p>
<p>O Instituto SELI começou suas atividades em 2002, quando abriu as portas de sua escola para atender alunos surdos no período escolar da Educação Infantil e na primeira fase do Ensino Fundamental. Com a atuação diária, o instituto foi percebendo novas necessidades do universo dos surdos, ampliando, assim, sua atuação. Hoje, o instituto atua em cinco diferentes frentes: colégio, cursos, capacitação, clínica e cultura surda. O trabalho visa à inclusão da pessoa surda desde o momento do seu diagnóstico até sua atuação no mercado de trabalho. &#8220;O acompanhamento inclui desde a formação escolar, com enfoque bilíngue, passando pela capacitação técnica, graduação, pós-graduação e encaminhamento profissional. Além do trabalho com a pessoa surda, é feito também um trabalho com as famílias, para que vivenciem junto à trajetória”, explica Márcia.<span id="more-1430"></span></p>
<p>Além do trabalho com os surdos, o instituto trabalha na divulgação da cultura surda em diversos eventos e mantém um centro de formação para quem vai trabalhar com a comunidade de surdos. “O Instituto SELI preocupa-se em formar profissionais que vão atuar com essas pessoas. O instituto trabalha na formação de professores de alunos surdos, de intérpretes de LIBRAS e de pessoas interessadas em conhecer a cultura surda”, afirma Márcia. O Instituto oferece aos profissionais que atuam com a comunidade surda cursos de pós-graduação com foco específico, como “Libras e educação dos surdos”, “Agente Bicultural: Docente e Intérprete” e “Tecnologias Assistivas na Educação Inclusiva”, chancelados pelo IBPEX. “Os mesmos cursos são ofertados em outras regiões, sendovisto que na cidade de Belo Horizonte temos uma turma com 15 alunos surdos, sendo um deles cego e surdo”, afirma Ana Carolina Castelli da Silva, coordenadora de pós- graduação da área de Ciências Humanas e Educação do IBPEX, empresa do Grupo Uninter de Curitiba, parceira do Instituto SELI em São Paulo.</p>
<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/libras_4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1432" title="libras_4" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/libras_4.jpg" alt="" width="741" height="489" /></a>&#8220;A atuação do Instituto repercute socialmente além das paredes de seu prédio”, garante Ana Carolina. Isso porque o instituto trabalha além da formação de pessoas surdas qualificadas e com identidade bem resolvidas, mas também ajudam empresários a ter retorno positivo no investimento em políticas de cotas, ajuda famílias a visualizar e reconhecer a autonomia da pessoa surda na família, criando assim uma dinâmica familiar equilibrada. Ainda nesse sentido, o instituto tem um papel social importante, pois ajuda a sociedade a adotar posturas éticas perante a surdez, pois capacita o surdo para exercer sua cidadania de forma madura, conscientes de seus direitos e deveres sociais. “Aquilo que antes era visto como &#8216;incapacidade&#8217;, passou a ser percebido como diferença a ser aceita, com as devidas adaptações necessárias a cada pessoa. E isso to é inclusão social. Cada vez que faço uma visita ao Instituto fico mais apaixonada e encantada com o trabalho desenvolvido”, comenta Ana Carolina.</p>
<p>Parceria Seli-Uninter</p>
<p>A parceria estabelecida entre o Instituto SELI e Uninter procura levar a sério o termo “parceria”, pois pressupõe que ambas as partes trabalhem em conjunto, levem em considerem ação os objetivos de ambas as partes e obtenham com isso resultados melhores e mais efetivos do que se trabalhassem individualmente. “Foi através dessa união que se tornou -se possível oferecer cursos específicos para capacitação para o trabalho com a comunidade surda”, explica Ana Carolina. Hoje, através desse trabalho, já são vários os grupos de pós-graduação e grupos de formação de professores e intérpretes para surdos em atividade. O próximo passo é a implantação dos cursos EAD (ensino àa distância), que vai permitir a ampliação do trabalho de capacitação profissional.</p>
<p>** Texto divulgado originalmente na edição 25 da Revista Geração Sustentável &#8211; jornalista Lyane Martinelli.</p>
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<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/assinar/"><img class="alignleft size-full wp-image-1388" title="gs25_capa" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/gs25_capa.jpg" alt="" width="449" height="602" /></a>Veja os conteúdos dessa edição:</p>
<p>Matérias:<br />
Capa: Saiba como andam as práticas de sustentabilidade dos bancos brasileiros<br />
Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock &#8211; Sicredi PR<br />
Desenvolvimento Local: Iniciativa sustentável inova modelo de entregas<br />
Responsabilidade Social: Sustentabilidade &#8211; da teoria à prática<br />
Gestão de Resíduos: Iniciativas privadas buscam educar a sociedade a reduzir, reutilizar e a reciclar lixo</p>
<p>Artigos:<br />
Ivan Dutra &#8211; Da Tunísia a Wall Street<br />
Jeronimo Mendes &#8211; O encanto permance, mais o gosto muda<br />
Yuri Beltramin &#8211; Como estamos construíndo nosso mundo sustentável?</p>
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<p>Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.</p>
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<p>*Promoção por tempo limitado</p>
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		<title>COMO ANDAM AS PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE DOS BANCOS BRASILEIROS?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 15:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meio a juros altos, greves de funcionários e reclamações de clientes, bancos brasileiros seguem crescendo em lucratividade e, segundo declaram, sustentabilidade socioambiental Os maiores bancos no Brasil baseiam sua publicidade em slogans que transmitem proximidade, amizade e até cumplicidade com o cliente: há o banco “todo seu”, o “feito para você”, o do “vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/Arvore_dinheiro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1426" title="Arvore_dinheiro" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/Arvore_dinheiro.jpg" alt="" width="154" height="220" /></a>Em meio a juros altos, greves de funcionários e reclamações de clientes, bancos brasileiros seguem crescendo em lucratividade e, segundo declaram, sustentabilidade socioambiental</p>
<p>Os maiores bancos no Brasil baseiam sua publicidade em slogans que transmitem proximidade, amizade e até cumplicidade com o cliente: há o banco “todo seu”, o “feito para você”, o do “vamos fazer juntos”, o da “presença lado a lado com você”, aquele “que acredita nas pessoas” e até o que afirma que, para seus clientes, “o mundo não tem limites”. Tanto em peças publicitárias como em longos relatórios em seus sites, não cansam de exaltar suas práticas sustentáveis tanto financeiramente quanto social e ambientalmente.</p>
<p>A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) divulgou, em junho deste ano, um, informe a respeito de responsabilidade social e sustentabilidade do setor financeiro em relação ao Protocolo Verde: assinado em 1995, é uma carta de intenções dos cinco bancos controlados pelo Governo Federal que se comprometem a incorporar a dimensão ambiental no seu sistema de análise e avaliação de projetos, e a priorizar ações de apoio ao desenvolvimento sustentável). São aderentes ao protocolo os bancos Bradesco, Banco do Brasil, HSBC e Santander que, procurados pela GERAÇÃO SUSTENTÁVEL, preferiram não comentar o assunto além das informações que se encontram em seus websites. A Caixa Econômica Federal que, segundo o relatório da Febraban, é respondente à Matriz de Indicadores do Protocolo Verde, também não deu retorno até o fechamento desta edição.</p>
<p>O informativo destaca algumas ações que ainda precisam ser tomadas por esses bancos e pelos outros listados como aderentes ao protocolo ou respondentes à matriz (Amazônia, BANCOOB, Banrisul, BIC, BPN, Cacique, Citi, Nordeste, Nossa Caixa Desenvolvimento, Rabobank, Safra, Sicredi, Sofisa, Tribanco e Votorantim): padronização dos procedimentos nos âmbitos federal, estadual e municipal; definição do conteúdo mínimo das licenças; disponibilização das informações por meio do PNLA – Portal Nacional de Licenciamento Ambiental, ajustado às esferas de governo; e relação de órgãos autorizados a emitir licenças ambientais de modo que todos os agentes de mercado reconheçam a legitimidade das licenças. O informativo destaca, ainda, as principais ações alcançadas pelo sistema financeiro brasileiro nas dimensões econômica (serviços bancários setoriais “verdes”), social e educativa (programas setoriais).</p>
<p>A preocupação das grandes instituições financeiras com essas áreas não é nova, nem se resume ao Brasil. Ainda em 2008, uma publicação do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), Sustentabilidade Financeira no Setor Financeiro: um Caso Prático (escrita por Victorio Mattarozzi e Cássio Trunkl) dizia, nas palavras do então chefe do Departamento de Meio Ambiente do BNDES, Eduardo Carvalho Bandeira de Mello, que essas iniciativas já eram bastante oportunas, ocorrendo em um momento em que os bancos no mundo estavam adaptando suas práticas e políticas no sentido de reforçarem seu compromisso com o meio ambiente. “Esse movimento não se dá por acaso. Além da importância crescente do risco ambiental e de sua consideração nas políticas bancárias de crédito, há que se ressaltar a crescente pressão de investidores, acionistas, fornecedores e clientes em geral no sentido de tornar as instituições financeiras efetivamente comprometidas com o desenvolvimento sustentável”.<span id="more-1425"></span></p>
<p>Não ria</p>
<p>Um anúncio publicitário do banco holandês Triodos (com filiais em várias cidades da Europa), publicado em 22 de setembro de 2007 em três grandes jornais ingleses diz: “Ethical Banking. (Don’t laugh)” ou, em tradução livre, “Banco Ético (Não ria)”.</p>
<p>Para explicar melhor a aparente contradição e trazê-la à realidade brasileira, os pesquisadores Clarissa Lins e Daniel Wajnberg afirmam, na pesquisa Sustentabilidade Corporativa no Setor Financeiro Brasileiro, publicada em agosto de 2007 pela FBDS (Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável): “No Brasil, as altas taxas de juros e a má situação financeira de grande parte da população configuram um cenário onde esse tópico ganha especial relevância. O setor financeiro brasileiro possui uma imagem bastante negativa diante dos consumidores, muito associada aos vultosos lucros, aos níveis de spreads bancários praticados muito acima de padrões internacionais, além do fato de continuamente constar no topo das listas de reclamações de clientes por atendimento pouco satisfatório ou cobrança de taxas desconhecidas”.</p>
<p>Para a pesquisa, foram realizadas 67 entrevistas com altos executivos dos 10 maiores bancos do país, juntamente com a aplicação de 126 questionários direcionados aos entrevistados e ao nível gerencial médio. Foram analisados também os relatórios e sites das instituições pesquisadas, de forma a entender como as práticas de sustentabilidade estão sendo implementadas e reportadas.</p>
<p>Oligopólio e concentração de riqueza</p>
<p>Contudo, depois de quatro anos da publicação dessa pesquisa, como avaliar o papel do setor financeiro brasileiro? O Ph.D. em Economia &#8211; e autor de seis livros sobre o assunto &#8211; Judas Tadeu Grassi Mendes, fundador, diretor-presidente e professor da Estação Business School, em Curitiba (PR), não poupa críticas: “nunca antes na história deste país houve tanta concentração de riqueza nas mãos dos bancos quanto nos últimos dez anos, apesar de as classes de rendas mais baixas terem ascendido à classe média por conta, principalmente, do controle da inflação”, afirma.</p>
<p>Para ele, o setor financeiro brasileiro é oligopolizado: “os dez principais bancos controlam mais de 80% de todo o crédito no Brasil”. Mendes vê nas altas taxas de juros &#8211; spreads bancários &#8211; um dos principais problemas. Ele explica que os bancos captam a uma taxa próxima a 12% ao ano e emprestam a uma taxa média próxima a 50%, o que é fruto da combinação dos seguintes fatores: muitos impostos na intermediação financeira; recolhimento compulsório elevado; inadimplência elevada; alto custo operacional dos bancos no Brasil (o dobro da média mundial) e a rentabilidade exacerbada dos bancos (média acima de 20% ao ano). Além disso, metade do lucro das empresas se destina a despesas financeiras, ou seja, os juros consomem boa parte dos lucros corporativos.</p>
<p>Outra questão levantada por Mendes é a da dependência do governo brasileiro em relação aos bancos, na compra de títulos públicos: “O déficit público no conceito nominal (que inclui o pagamento de juros) é crônico. Apesar de tudo isso, os bancos não são culpados pela dependência do governo do setor financeiro. É o governo que tem de mudar a maneira da gestão pública”.</p>
<p>Crédito e consumo</p>
<p>Uma perspectiva mais ampla é a que sugere o psicólogo e mestre em Sustentabilidade, Marcelo Michelson. Ele coordena o projeto do Centro Nacional de Inteligência Organizacional a ser desenvolvido dentro do IBPEX, além de ser consultor associado da Reos Partners no Brasil, organização que trabalha com problemas sociais complexos envolvendo múltiplos stakeholders.</p>
<p>Para Michelson, o crédito no Brasil sempre foi muito caro. E os banqueiros alegam que isso se deve a regras impostas pelo governo e que, para eles, quanto mais barato emprestar, melhor, pois vão emprestar para mais pessoas e, portanto, obter mais lucro. Por outro lado, se o crédito for barato, a tendência é um aumento do consumo e, portanto, um aumento no impacto ambiental e social. Além disso, uma oferta de crédito indiscriminada pode levar a uma bolha, como a ocorrida nos EUA. “A questão é o paradigma no qual estamos inseridos e que diz, entre outras coisas, que o método mais rápido para atingirmos a felicidade é termos status e objetos”, avalia. “É claro que é importante termos a possibilidade de consumir. Porém, pesquisas mostram que, a partir de certo ponto, por mais que o PIB per capta do país cresça, a sensação de bem-estar da população se mantém ou até cai. No Brasil, ainda há a necessidade de possibilitar o consumo de bens básicos, como geladeiras, para uma boa parte da população. Então, não podemos demonizar o crédito como um todo.”</p>
<p>Juros versus Tarifas</p>
<p>Mendes insiste na baixa dos juros para uma economia mais sustentável. Segundo ele, nos oito anos do governo Lula, foi pago mais de R$ 1,2 trilhão somente em juros e a dívida bruta pública subiu outro R$ 1,2 trilhão, pois o governo FHC a entregou em R$ 800 bilhões e Dilma Rousseff a recebeu em torno de R$ 2 trilhões. “É fácil concluir que, somando-se os pagamentos de juros com o aumento da dívida, o governo Lula gastou algo como R$ 2,4 trilhões nos oito anos, o que significa dizer que, em média, jogamos no lixo algo como US$ 822 milhões por dia, valor que representa mais do dobro do total destinado pelo governo em educação, saúde e investimentos em infraestrutura”.</p>
<p>Ainda para o Profº Judas Tadeu Grassi Mendes, a primeira coisa a ser feita é uma reforma tributária que resulte em equilíbrio fiscal – o governo gastando apenas (incluindo os juros) o que arrecada. Assim, os juros devem cair e o governo poderá liberar o compulsório, fazendo-os cair ainda mais. E isso sem risco de inflação. Com juros menores, a demanda agregada se expande, o consumo aumenta e estimula investimentos produtivos. Ele destaca que, mesmo que os juros baixem muito, os bancos brasileiros sobreviverão tranquilamente, apenas terão rentabilidades menores. “Em compensação, o Brasil será um país bem melhor. Os lucros dos bancos, em vez de serem altos por causa dos juros elevados e do baixo volume (hoje apenas 48% do PIB) devem ser gerados por juros baixos, mas em volumes elevados, algo como 100% do PIB, como ocorre nos países desenvolvidos.”</p>
<p>Já Marcelo Michelson acredita que não são os juros que garantem a lucratividade dos bancos brasileiros, mas as tarifas cobradas pelos serviços. “Se compararmos com Europa e EUA, pagamos tarifas bancárias altíssimas. Além disso, os clientes prestam menos atenção à cobrança de tarifas do que à cobrança de juros e, portanto, a maioria nem sabe quanto paga e quais os benefícios a que tem direito. São poucos os que reclamam e mesmo estes tem que aceitar um pacote de tarifas mínimo se quiserem ter cheques, cartões, etc.”</p>
<p>Para ele, o sistema global é baseado em dívida – os bancos oferecem crédito e criam dívidas, pois acreditam que esse crédito será pago (pelo menos os juros). Para que o empréstimo seja pago, a economia precisa crescer sem parar e, para isso, as pessoas precisam consumir cada vez mais. Ao produzir e consumir, o ser humano cria impactos sociais e ambientais que resultam em &#8220;insustentabilidade&#8221;. “Dificilmente conseguiremos mudar esse paradigma de forma voluntária”, declara. Michelson usa os exemplos da Grécia e alguns países árabes, onde a mudança ocorreu quando a crise se agravou. Para ele, a crise global ainda vai se agravar mais: “Os pacotes anunciados para resgatar bancos e países só criaram mais dívidas e empurraram o problema ‘com a barriga’ para ser resolvido mais adiante”. Para ele, a pergunta a ser feita é: quando a crise vier, como reagiremos? “Será que haverá solidariedade entre vizinhos e comunidades, como houve durante a 2ª Guerra Mundial em países como a Inglaterra? Ou partiremos para ‘cada um por si’?”</p>
<p>No futuro, avalia Michelson, acontecerão as duas coisas. Porém, no presente, os brasileiros precisam canalizar sua energia no esforço de formar laços de solidariedade. E não por medo da crise, mas sim por ser muito melhor do que viver isoladamente: “Ter boas relações de amizade, participar dos rumos de nossa comunidade, ter tempo para lazer, são alguns fatores que promovem mais bem-estar do que o consumo”.</p>
<p>Práticas para a Sustentabilidade no Setor Financeiro Brasileiro, por Clarissa Lins e Daniel Wajnberg</p>
<p>“A sustentabilidade corporativa pode estar presente em empresas do setor financeiro de diversas formas. Em alguns casos, ela se faz mais presente na criação de novos produtos com características específicas ligadas à inclusão social ou à preservação ambiental, por exemplo.</p>
<p>Em outros, há maior esforço na mudança de processos existentes, como a inserção de análise de riscos socioambientais no processo de avaliação de risco de crédito ou, ainda, na utilização de critérios de sustentabilidade na seleção de fornecedores. Um terceiro grupo de empresas preocupa-se com ambas as dimensões.</p>
<p>As atividades de financiamento dos bancos são o principal canal de geração de impacto no meio ambiente e nas comunidades da atuação do setor financeiro.<br />
Ao embutirem a avaliação de riscos socioambientais na decisão de concessão do crédito, as instituições financeiras diminuem o risco de crédito e a inadimplência de sua carteira de clientes, além de assegurar que o valor das garantias dadas por eles não se altere consideravelmente.Ao incorporar riscos como esses em sua análise de crédito, o banco está fazendo uma gestão mais eficiente de sua carteira de crédito, e contribuindo para um melhor desempenho de suas atividades de financiamento. Além disso, o banco está também atuando de forma a somente permitir a implantação e operação de projetos e empresas que contribuam para o desenvolvimento sustentável, preservando o meio ambiente e melhorando as condições de vida das comunidades.” Atualizações: Na época do lançamento dessa pesquisa, a dupla de pesquisadores fez algumas avaliações do desempenho dos bancos analisados, como as seis práticas de finanças sustentáveis a seguir:</p>
<p>1) Avaliação de riscos socioambientais em financiamentos;<br />
2) Crédito responsável;<br />
3) Microcrédito;<br />
4) Fundos socialmente responsáveis;<br />
5) Seguros Ambientais;<br />
6) Mercado de Carbono.</p>
<p>Para saber como os bancos estão se saindo hoje, quatro anos depois, seria necessária uma nova pesquisa. Entretanto, Clarissa Lins dá sua opinião baseada no que vem observando em seu trabalho na Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável. Para ela, os itens 1 e 4 são os que mais evoluíram, principalmente o 4. “Já o item 2 apresentou uma evolução menos acentuada porque, se por um lado o crédito responsável não é bom somente para o cliente, mas para que os bancos mantenham a solvência da carteira, por outro, a inadimplência aumentou, o que não poderia acontecer dentro dessa prática de responsabilidade”.</p>
<p>Os itens 3, 5 e 6, para a pesquisadora, são os que menos apresentaram evolução: “Em relação à prática do microcrédito, por exemplo, podemos dizer que, de modo geral, ainda não se encontrou o modelo adequado”, diz Clarissa. Ela acredita que há casos isolados de sucesso, como o do Bradesco, no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, onde foi instalada uma Unidade de Polícia Pacificadora: “Pelo que estou informada, é um caso que funciona, mas com parcerias”.</p>
<p>O que Clarissa e Daniel Wajnberg concluíram em 2007 em relação ao microcrédito ainda pode ser citado: “A análise dos documentos públicos das instituições financeiras permite concluir que esta questão não parece estar ganhando a devida atenção pelos maiores bancos brasileiros (&#8230;) A análise dos relatórios e de outras publicações (principalmente websites relacionados) identificou uma série de possíveis causas:</p>
<p>• Regulamentação excessiva do governo, sobretudo a limitação quanto às taxas de juros para essa modalidade de empréstimo;<br />
• Concorrência de fontes alternativas de recursos (lojas, empréstimos familiares, fornecedores);<br />
• Falta de sistemas cadastrais com informações sobre bons pagadores;<br />
• Problemas de gestão nas poucas OSCIPs (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) cadastradas para repasse de recursos;<br />
• Prática ainda em estágios iniciais da curva de aprendizado (Vale lembrar que somente após 18 anos de operação a lucratividade do Grameen Bank se tornou estável).</p>
<p>Nos itens 5 &#8211; seguros ambientais e 6 &#8211; mercado de carbono, para Clarissa, até mesmo os bancos internacionais precisam avançar: “Neste quesito, todos foram bastante prejudicados pela crise global”.</p>
<p>Catalisadores de desenvolvimento sustentável: Outra lista analisada pela pesquisa é a de mecanismos usados pelos bancos para promover a criação de valor pela incorporação de variáveis sociais e ambientais, favorecendo o papel de catalisador do desenvolvimento sustentável dos bancos e, ao mesmo tempo, criando valor para seus acionistas:</p>
<p>1) Aumento no valor de seus ativos intangíveis, como reputação e marca;<br />
2) Melhoria na atração e retenção de talentos;<br />
3) Redução de custos graças a medidas de ecoeficiência;<br />
4) Melhor gerenciamento de riscos que, por consequência, gera maior facilidade no acesso ao capital;<br />
5) Oferta de produtos e serviços inovadores contribuindo para maior geração de receitas.</p>
<p>Para Clarissa, em todos os cinco pontos, se forem consideradas as informações publicamente divulgadas pelos maiores bancos do país, houve uma evolução: “Entretanto, de forma geral, as instituições precisam se apropriar mais desses mecanismos, principalmente na avaliação de crédito e no oferecimento de produtos e serviços voltados a empresas que trabalham de forma sustentável”.</p>
<p>Por fim, outro quesito no qual houve uma evolução, desde 2007, é a carência de indicadores adequados para mensurar o desempenho das instituições nas dimensões sociais e ambientais: “Houve uma evolução em relação a relatórios detalhados de desempenho em que as instituições buscam, com transparência, informar suas iniciativas relacionadas à agenda da sustentabilidade”. Entretanto, como Clarissa aponta, o caminho entre essas ações e o resultado de seu desempenho, seu valor, ainda não foi encontrado e é assunto de uma pesquisa atualmente desenvolvida por Daniel Wajnberg.</p>
<p>“O déficit público no conceito nominal (que inclui o pagamento de juros) é crônico. Apesar de tudo isso, os bancos não são culpados pela dependência do governo do setor financeiro. É o governo que tem de mudar a maneira da gestão pública”.<br />
Judas Tadeu Grassi Mendes</p>
<p>“No Brasil, ainda há a necessidade de possibilitar o consumo de bens básicos, como geladeiras, para uma boa parte da população. Então, não podemos demonizar o crédito como um todo.” Marcelo Michelson</p>
<p>Lucro dos Bancos no Primeiro semestre de 2011</p>
<p>Itaú:R$ 7,133 bilhões<br />
Banco do Brasil: R$ 6,26 bilhões<br />
Bradesco: R$ 5,487 bilhões<br />
BNDES: R$ 5,3 bilhões<br />
Santander: R$ 4,153 bilhões<br />
Caixa: R$ 1,7 bilhão<br />
HSBC: R$ 611,9 milhões<br />
Banco do Nordeste: R$ 300,7 milhões</p>
<p>(Fonte: Federação dos Bancários do Paraná)</p>
<p>Matéria divulgada originalmente na edição 25 da Revista Geração Sustentável &#8211; Jornalista: Letícia Ferreira.</p>
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<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/assinar/"><img class="alignleft size-full wp-image-1388" title="gs25_capa" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/gs25_capa.jpg" alt="" width="449" height="602" /></a>Veja os conteúdos dessa edição:</p>
<p>Matérias:</p>
<p>Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock &#8211; Sicredi PR<br />
Desenvolvimento Local: Iniciativa sustentável inova modelo de entregas<br />
Educação e Sustentabilidade: Abrindo o silêncio para o mundo<br />
Responsabilidade Social: Sustentabilidade &#8211; da teoria à prática<br />
Gestão de Resíduos: Iniciativas privadas buscam educar a sociedade a reduzir, reutilizar e a reciclar lixo</p>
<p>Artigos:<br />
Ivan Dutra &#8211; Da Tunísia a Wall Street<br />
Jeronimo Mendes &#8211; O encanto permance, mais o gosto muda<br />
Yuri Beltramin &#8211; Como estamos construíndo nosso mundo sustentável?</p>
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		<title>EDIÇÃO 25</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 12:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezado Leitor Abaixo você tem disponível para leitura a versão virtual da revista. Você poderá folhear a revista na tela de seu computador em page-flip, que é uma plataforma bem interativa. Boa Leitura! &#160; Open publication - Free publishing - More corporativo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Leitor</p>
<p>Abaixo você tem disponível para leitura a versão virtual da revista.</p>
<p>Você poderá folhear a revista na tela de seu computador em page-flip, que é uma plataforma bem interativa.</p>
<p>Boa Leitura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:420px;height:280px" id="6f4dd949-da11-ecc2-9cce-5fa489f667bd" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111205120049-c7a5db7524ce490fa363033924673e44" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" style="width:420px;height:280px" flashvars="mode=mini&amp;backgroundColor=%23222222&amp;documentId=111205120049-c7a5db7524ce490fa363033924673e44" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" /></object><div style="width:420px;text-align:left;"><a href="http://issuu.com/revistageracaosustentavel/docs/gs_25_bx_3_?mode=embed" target="_blank">Open publication</a> - Free <a href="http://issuu.com" target="_blank">publishing</a> - <a href="http://issuu.com/search?q=corporativo" target="_blank">More corporativo</a></div></div></p>
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		<title>EDIÇÃO 25 &#8211; ENTREVISTA COM PRESIDENTE DO SICREDI PR</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 13:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Edição 25 &#8211; Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock &#8211; Sicredi PR Cooperativismo de crédito: Promovendo o equilíbrio social e econômico “Para todo problema econômico há uma solução cooperativa”. Não tinha outra forma de destacar a abertura desta entrevista se não utilizando essa celebre frase de um dos maiores pensadores do cooperativismo, o professor francês Charles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/manfred_sicredi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1395" title="manfred_sicredi" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/manfred_sicredi.jpg" alt="" width="529" height="614" /></a>Edição 25 &#8211; Entrevista com Manfred Alfonso Dasenbrock &#8211; Sicredi PR<br />
Cooperativismo de crédito: Promovendo o equilíbrio social e econômico</p>
<p>“Para todo problema econômico há uma solução cooperativa”. Não tinha outra forma de destacar a abertura desta entrevista se não utilizando essa celebre frase de um dos maiores pensadores do cooperativismo, o professor francês Charles Gide. Na atual conjuntura do setor financeiro brasileiro, com a concentração do crédito nos grandes bancos privados, esse modelo de organização é muito atual e ganhará novos adeptos nos próximos anos.</p>
<p>O cooperativismo de crédito existe há mais de um século no Brasil, mas nos últimos cinco anos o segmento vem se consolidando e experimentando um crescimento expressivo, praticamente dobrando de tamanho. Segundo dados do Banco Central, no fim do ano passado as cooperativas representaram 2% da participação no mercado financeiro no país. O objetivo das cooperativas de crédito é conquistar uma fatia de 10% do mercado bancário em dez anos, realidade que existe em países como Holanda, Alemanha, Estados Unidos, entre outros. As cooperativas de crédito fazem parte do sistema financeiro nacional, como qualquer banco, e estão submetidas à regulação e supervisão do Banco Central, mas nessas instituições financeiras existem diferenças significativas na atuação, que as tornam um dos melhores modelos para o desenvolvimento sustentável das comunidades.</p>
<p>Para explicar mais sobre esse modelo de negócio que atua baseado em princípios fundamentados em prol do desenvolvimento e com projetos sociais voltados à educação, consistindo assim, na sua essência, um caráter sustentável, conversamos com o presidente da holding Sicredi Participações S.A., presidente da Central Sicredi PR/SP e o único brasileiro na diretoria do Conselho Mundial do Cooperativismo – Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock</p>
<p><strong>1)Traçando um paralelo entre cooperativas de créditos e bancos, qual seria a maior diferença na atuação e nos objetivos?</strong><br />
A maior diferença é que, quanto mais serviços os associados de uma cooperativa de crédito utilizam mais a cooperativa cresce e mais os próprios associados se beneficiam, pois a regra é que o dinheiro aplicado na cooperativa só pode ser reinvestido na própria região. Além disso, o resultado positivo do ano é distribuído entre os associados, proporcionais às operações realizadas por cada um.<br />
Ao traçarmos um paralelo comparativo entre as cooperativas de crédito e os bancos, é fundamental lembrar que as cooperativas são sociedades de pessoas, elas são a alma do empreendimento. Os associados são donos e usuários ao mesmo tempo, e fazem parte de uma comunidade ou de um segmento específico.</p>
<p><strong>2) Dessa forma, as cooperativas de crédito redirecionam os recursos para o desenvolvimento das comunidades onde atuam. Como são determinadas essas estratégias de investimentos locais?</strong><br />
Cada unidade da cooperativa tem o seu planejamento anual, que é baseado em estratégias e demandas locais e pontuais. A cooperativa existe para satisfazer à necessidade dos sócios. Manejar a distribuição destes cabe à administração da cooperativa, que ainda deve aliar as necessidades de captação e capital necessárias.</p>
<p><strong>3) O compromisso com as dimensões econômica e social faz parte da modelo cooperativista, isso, por si só, é um exemplo de maturidade em relação aos princípios de sustentabilidade?</strong><br />
Sim. A cooperativa, em especial a de crédito, é um movimento de comunidade. E quando eu afirmo que o recurso captado na comunidade fica na comunidade para gerar melhorias financeiras, desenvolvimento e geração de riquezas, estou promovendo esse princípio. A lógica da cooperativa é outra, ela é um empreendimento coletivo que visa ao crescimento econômico de todos os associados.</p>
<p><strong>4) Considerando que o cooperativismo surgiu como uma forma de organização social para a solução de problemas econômicos, como uma cooperativa pode contribuir também para minimizar os impactos ambientais? É necessário repensar o modelo?</strong><br />
Investindo em educação ambiental, na formação dos cidadãos do futuro, nas crianças e nos adolescentes. O Sicredi tem um programa A União Faz a Força, que estimula a elaboração de centenas de projetos de cunho socioambiental, desenvolvidos nas escolas pelas próprias crianças, em prol das comunidades e envolvendo toda a sociedade. O Programa A União Faz a Vida é desenvolvido nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, e engloba 144 municípios, abrangendo 1.221 escolas, 179.175 alunos e 14.579 educadores.</p>
<p><strong>5) Os Programas de educação cooperativa como o “A União faz a Vida” reforçam conceitos de sustentabilidade e comprometimento da cooperativa com a comunidade?</strong><br />
Perfeito. O Programa A União Faz a Vida está embasado no princípio cooperativista de educação, formação e informação, mas atinge sua plenitude quando integrado a outro princípio, o de interesse pela comunidade. Porém, a gestão integrada desse Programa por parte dos agentes é fundamental para a eficiência desse processo nas comunidades, sendo eles a prefeitura por meio da secretaria de educação e coordenação local; as assessorias pedagógicas; os apoiadores e a própria sociedade, tanto nas cidades onde eles estão inseridos e naqueles que estão se preparando para implantar o Programa no futuro.</p>
<p><strong>6) Como desenvolver uma gestão sustentável dentro de uma organização financeira, considerando as dimensões social, econômica e ambiental?</strong><br />
Direcionando as ações e esforços na formação de crianças e adolescentes com espírito de cidadania. Promovendo a cooperação e a ajuda mútua, mas com forte apelo comunitário. As comunidades são o motor de toda a sociedade, e nosso objetivo é deixar um legado para as gerações futuras. A própria atuação das cooperativas baseada nos valores de ajuda mútua, responsabilidade, democracia, igualdade equidade e solidariedade reforça o objetivo de promover o desenvolvimento da comunidade abrangendo as três dimensões da sustentabilidade.</p>
<p><strong>7) O segmento crédito é o que mais cresce dentro do sistema cooperativista brasileiro. Quais são os índices de crescimento e quais são os fatores que mais contribuem para essa evolução?</strong><br />
Os índices de crescimento são muito positivos e o crescimento é percentualmente acima da média do mercado competidor, exceto o resultado, pois as cooperativas visam agregar renda às pessoas na comunidade. Um dos motivos para esse crescimento é a gestão eficaz com transparência, bem como o atendimento mais humano na prestação de serviços financeiros. Acreditamos fortemente que o relacionamento faz toda a diferença.</p>
<p><strong>8.) As cooperativas de crédito estão modernizando seus modelos de gestão dentro dos conceitos de governança corporativa, inclusive o Banco Central já utiliza o conceito de governança cooperativa? Como funciona esse conceito na prática?</strong><br />
A organização do quadro social é que inicia esse processo. No Sicredi, por meio dos Programas Crescer e Pertencer, que visam ampliar a participação dos associados na tomada de decisões dos negócios da sua cooperativa, é que se alcança essa dimensão, pois eles geram sustentação e transparência à gestão.<br />
Além disso, o investimento e capacitação de dirigentes, executivos e colaboradores também reforçam essa sustentação, aliado às boas práticas de governança que, por exemplo, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) divulga.</p>
<p><strong>9) Que mensagem final gostaria de deixar para os leitores da revista Geração Sustentável?</strong><br />
O nome da revista é fantástico e tem tudo a ver com o investimento em educação ambiental, ou seja, na formação de uma consciência, de uma vontade voltada para o presente e o futuro, onde vivemos e onde viveremos.</p>
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<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/assinar/"><img class="alignleft size-full wp-image-1389" title="livro_razzoto" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/livro_razzoto8.jpg" alt="" width="400" height="243" /></a>Veja os conteúdos dessa edição:</p>
<p>Matérias:<br />
Capa: Saiba como andam as práticas de sustentabilidade dos bancos brasileiros<br />
Visão Sustentável: Novas profissões ajudam a melhorar vidas, carreiras e sociedade<br />
Desenvolvimento Local: Iniciativa sustentável inova modelo de entregas<br />
Educação e Sustentabilidade: Abrindo o silêncio para o mundo<br />
Responsabilidade Social: Sustentabilidade &#8211; da teoria à prática<br />
Gestão de Resíduos: Iniciativas privadas buscam educar a sociedade a reduzir, reutilizar e a reciclar lixo</p>
<p>Artigos:<br />
Rosimary Oliveira &#8211; Como criar uma geração insustentável<br />
Ivan Dutra &#8211; Da Tunísia a Wall Street<br />
Jeronimo Mendes &#8211; O encanto permance, mais o gosto muda<br />
Yuri Beltramin &#8211; Como estamos construíndo nosso mundo sustentável?</p>
<p>=================================</p>
<p>Seja assinante da Geração Sustentável e ganhe o livro Eco Sustentabilidade<br />
A revista Geração Sustentável faz uma promoção especial para você leitor que busca novos conhecimentos sobre o tema sustentabilidade corporativa.</p>
<p>Fazendo uma assinatura anual (R$ 59,90) da revista você ganha o livro “ECO SUSTENTABILIDADE: Dicas para tornar você e sua empresa sustentável” do consultor Evandro Razzoto.</p>
<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/assinar/">Aproveite essa oportunidade e faça agora mesmo a sua assinatura!</a></p>
<p>*Promoção por tempo limitado</p>
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