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	<description>A Revista do Desenvolvimento Sustentável Corporativo</description>
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	<copyright>Copyright &#xA9; Revista Geracao Sustentável 2010 </copyright>
	<managingEditor>pedro@geracaosustentavel.com.br (Revista Geração Sustentável)</managingEditor>
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		<title>NÃO ADIANTA CONFINAR A SUSTENTABILIDADE EM UM DEPARTAMENTO</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Presidente do Grupo Santander foi o convidado do 2º Colóquio Junior Achievement A sustentabilidade não deve ser uma política compensatória. É o que defende o presidente do Grupo Santander Brasil, Fábio Barbosa, palestrante convidado do 2º Colóquio Junior Achievement, que ocorreu na manhã desta terça-feira no Teatro do CIEE-RS, em Porto Alegre. Para Barbosa, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/fabio_santander.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-561" title="fabio_santander" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/fabio_santander.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></em></p>
<p><em>Presidente do Grupo Santander foi o convidado do 2º Colóquio Junior Achievement</em></p>
<p>A sustentabilidade não deve ser uma política compensatória. É o que defende o presidente do Grupo Santander Brasil, Fábio Barbosa, palestrante convidado do 2º Colóquio Junior Achievement, que ocorreu na manhã desta terça-feira no Teatro do CIEE-RS, em Porto Alegre.</p>
<p>Para Barbosa, que abordou o tema &#8220;Como construir negócios sustentáveis e formar uma geração consciente&#8221;, o tema sustentabilidade precisa estar presente no dia a dia da empresa, não ficando restrito a apenas um departamento.</p>
<p>— Assim como área de qualidade existia e não existe mais em algumas empresas porque está em tudo, assim é com a sustentabilidade. Não adianta confiná-la num departamento. A responsabilidade é de todos. Temos um longo caminho. É hora de agir— reforça o executivo.<span id="more-560"></span></p>
<p>Para Fábio, a exigência dos consumidores tem sido o motor para incentivar adoção de práticas sustentáveis por parte das empresas. Ele destacou que os consumidores têm acesso mais fácil à informação e acompanham o tempo todo por meio da internet como a empresa se posiciona frente aos assuntos que interessam à sociedade.</p>
<p>- Sustentabilidade é reconhecer o papel das empresas na construção da sociedade— defende.</p>
<p><strong>Questionamentos</strong></p>
<p>Depois da palestra, o executivo respondeu perguntas do presidente da Randon, David Randon, do diretor do Instituto Gerdau, José Paulo Soares Martins, do vice-presidente executivo do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, e do vice-presidente de Relações Institucionais da Braskem, Marcelo Lyra. O jornalista Eugênio Esber, da revista Amanhã, foi o mediador do colóquio.</p>
<p>O primeiro a fazer perguntas foi Randon. O empresário questionou sobre o perfil do empreendedor modelo para o futuro. Para Barbosa, a obsessão de olhar exclusivamente para o próprio negócio em uma sociedade interdependente se tornou ultrapassada.</p>
<p>— O novo líder tem uma visão holística do papel da empresa e valoriza a transparência. O executivo tem de ter muito mais diálogo como parte do seu perfil do que no passado.</p>
<p>Martins, da Gerdau, quis saber como é a experiência de movimentar um grupo grande de pessoas, como é o caso do Santander, para que percebam o significado da sustentabilidade. Segundo Barbosa, no banco o primeiro passo foi criar comitês para ouvir as ideias dos funcionários que demonstravam interesse no tema.</p>
<p>- O que fiz foi me envolver e me cercar de pessoas que têm a convicção de que essa causa tem mérito.</p>
<p>O vice-presidente de Relações Institucionais da Braskem, Marcelo Lyra, questionou Barbosa sobre como ele vê o desenvolvimento sustentável como uma estratégia do país e o papel das corporações e seus líderes no sentido de criar um ambiente que permita que o Brasil se torne referência em desenvolvimento sustentável.</p>
<p>- O que a gente faz no Brasil está muito a frente do que se faz mundo afora &#8211; frisou o executivo.</p>
<p>Para Barbosa, mais do que cobrar do governo leis e definições, as empresas vão querer a partir de agora estabelecer um padrão de sustentabilidade para os seus setores para não andar a reboque das inovações das concorrentes.</p>
<p>O vice-presidente executivo do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, foi o último a fazer a sua pergunta. Melzer questionou como o presidente do Santander cobra no dia a dia da organização a aplicação dos objetivos de sustentabilidade da empresa. Barbosa informou que o banco procura valorizar não apenas o que se obteve de resultado, mas como esse resultado foi construído. O colaborador é avaliado não só por metas numéricas, mas pela maneira como ajuda a organização a atingir o perfil que ela quer para o futuro em termos de satisfação do cliente.</p>
<p>— Nosso negócio significa não apenas buscar o resultado desse ano, mas pavimentar o caminho para o ano posterior.</p>
<p>Fonte: Zerohora.com</p>
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		<item>
		<title>NOVA EDIÇÃO: CARREIRAS E SUSTENTABILIDADE</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova edição já está circulando! Abaixo está disponível o editorial, a entrevista (presidente da Novozymes) e o título das matérias dessa edição. Boa Leitura! EDITORIAL: Profissão: decisão do presente com as consequências no futuro A profissão é uma das escolhas que fazemos em que, na maioria das vezes, nos acompanhará por toda a vida. Nesse momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/CAPA_SITE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-548" title="CAPA_SITE" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/CAPA_SITE-222x300.jpg" alt="" width="222" height="300" /></a></strong></p>
<p><strong>A nova edição já está circulando! Abaixo está disponível o editorial, a entrevista (presidente da Novozymes) e o título das matérias dessa edição. Boa Leitura!</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">EDITORIAL:</span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Profissão: decisão do presente com as consequências no futuro</span></p>
<p>A profissão é uma das escolhas que fazemos em que, na maioria das vezes, nos acompanhará por toda a vida. Nesse momento de decisão, ouvimos as influências de todos os lados e buscamos visualizar um equilíbrio entre paixão e os caminhos de sucesso para traçar a carreira profissional.</p>
<p>Nesses momentos de reflexões, um dos pontos que possuem grande relevância é se determinada profissão está em ascensão ou em declínio. Essa avaliação é um fator decisivo e ganha peso extra na hora da decisão. Mas o que falar para quem está bem no meio do dilema? Ou para quem faz parte de uma parcela que deseja dar um sabor diferente à sua carreira e mudar o rumo? Que profissões serão mais valorizadas no futuro? Que habilidade esse profissional deve adquirir? O direcionamento para a sustentabilidade nos dá indícios de quais os caminhos que ajudarão nessa decisão. Essa edição da revista tem como objetivo destacar fatores relevantes para o profissional do futuro. O profissional que buscar atividades para a área ambiental irá trabalhar com desenvolvimento de projetos para conservação ou preservação de recursos naturais (minérios, água, florestas, agricultura, etc.). Profissionais com habilidades mais sociais terão oportunidades em carreiras ligadas à mobilidade urbana, à ocupação territorial, às atividades ligadas a uma cultura para o consumo consciente, entre outras. Além disso, esse novo profissional deverá, ainda, criar uma percepção sistêmica da sua área de atuação e compreender os fatores externos que influenciarão na sua atividade.</p>
<p>Outro assunto que essa edição abordará é um relato das diretrizes e propostas na área do desenvolvimento sustentável apresentada por parte dos presidenciáveis. A revista não possui qualquer posicionamento partidário, visto que essa relação nunca fez parte da linha editorial da publicação. Porém, nesse momento, observamos o Brasil como um dos países com grande visibilidade internacional, mas que ainda tem grandes desafios futuros. É hoje um dos componentes do BRICs (grupo de países emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China) e ganha os holofotes do mundo devido aos eventos esportivos mundiais (Copa do Mundo e Jogos Olímpicos). Mesmo com tudo certo para ir em frente, rumo ao desenvolvimento, o País corre o risco de nos próximos anos amargar sérias dificuldades, caso não tenha políticas nacionais efetivas nas áreas social (pobreza e desigualdades) e ambiental (basicamente energia e infraestrutura). Ou seja, incapaz de sustentar seu próprio futuro.</p>
<p>Confira abaixo o conteúdo dessa edição:</p>
<p>- ENCARTE ESPECIAL: Mineração e a busca da sustentabilidade</p>
<p>- POLÍTICAS PÚBLICAS: O lugar do desenvolvimento sustentável nas eleições</p>
<p>- ESNTREVISTADO: Pedro Luiz Fernandes (<a href="http://geracaosustentavel.com.br/2010/08/25/presidente-da-novozymes-e-entrevistado-na-nova-edicao/">acesse aqui a entrevista na íntegra</a>)</p>
<p>- MATÉRIA DE CAPA: O profissional do Futuro</p>
<p>- RESPOSNABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA: Terceiro Setor a serviço da inclusão social no mercado de trabalho</p>
<p>- GESTÃO DE RESÍDUOS: Madeira Plática, sim senhor!</p>
<p>- QUALIDADE DE VIDA: Prateleiras mais saudáveis e também lucrativas </p>
<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/contato/"><img class="alignnone size-medium wp-image-549" title="rodape_assinatura" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/rodape_assinatura1-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a></p>
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		<title>PRESIDENTE DA NOVOZYMES É O ENTREVISTADO DA NOVA EDIÇÃO</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[  Bioinovação: a natureza a favor da indústria O presidente da Novozymes Latin America, Pedro Luiz Fernandes, fala sobre a multinacional que sabe unir como poucos tecnologia e as tradicionais disciplinas biológicas A rotina da multinacional dinamarquesa fornecedora de enzimas industriais Novozymes é combater o impacto ambiental de seus produtos. Para isso, conta com recursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/DSC_6515b.jpg"></a><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/NOVOZYMES_19ED.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-544" title="NOVOZYMES_19ED" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/NOVOZYMES_19ED-300x177.jpg" alt="" width="300" height="177" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>Bioinovação: a natureza a favor da indústria</em></strong></p>
<p><em>O presidente da Novozymes Latin America, Pedro Luiz Fernandes, fala sobre a multinacional que sabe unir como poucos tecnologia e as tradicionais disciplinas biológicas</em><br />
A rotina da multinacional dinamarquesa fornecedora de enzimas industriais Novozymes é combater o impacto ambiental de seus produtos. Para isso, conta com recursos simples e ao mesmo com o que há de mais moderno em técnicas de biotecnologia &#8211; como engenharia genética, química protéica avançada e engenharia protéica. Ou seja, são produtos que apenas potencializam o que a própria natureza sabe fazer de melhor, que é produzir com equilíbrio. E por conseguir soluções inteligentes e ambientalmente corretas para o mercado, a empresa é hoje uma líder mundial no setor, com 48% do mercado e faturamento líquido de R$ 4,7 milhões</p>
<p><span id="more-527"></span><br />
O presidente da Novozymes Latin America – localizada no município de Araucária – Pedro Luiz Fernandes, fala sobre os desafios de pensar diariamente na responsabilidade com a sociedade e com o meio ambiente e ainda como transformar tudo isso em um processo lucrativo. Segundo o presidente, não há melhor investimento do que a sustentabilidade.<br />
A Novozymes atende atualmente fabricantes de álcool, alimentação, couro, detergentes, etanol, industriais têxteis, óleos e gorduras, panificação, papel, entre outros. E recentemente expandiu seus negócios adquirindo a empresa Turfal, fabricante de produtos agronômicos e biológicos, situada em Quatro Barras, também na região de Curitiba. O motivo da compra: oferecer uma opção de agricultura sustentável, um dos grandes desafios da atualidade. Afinal, desafio e sustentabilidade são os dois grandes motores da empresa, como explica o presidente.<br />
<em></em></p>
<p><em>“No meu ponto de vista as duas coisas. Claro que o mercado internacional exige que se produza com as melhores práticas ambientais, sociais e financeiras. Eu vejo que a dívida com a sociedade já vem de muitos anos atrás e hoje estamos tentando mitigar o efeito desta dívida”, Pedro Luiz Fernandes</em></p>
<p><strong>Novozymes é uma empresa comprometida com a responsabilidade ambiental, como comprovam seus vários certificados. Desde quando essa preocupação foi implantada na empresa?<br />
</strong>Desde o início da nossa produção de enzimas em 1989, já nos preocupávamos com a sustentabilidade. Entretanto, naquela época não se falava de sustentabilidade, mas já era uma preocupação da Novozymes produzir respeitando o meio ambiente.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Atualmente, quais são os principais exemplos de que a Novozymes na América Latina trabalha para diminuir seus impactos ambientais?<br />
</strong>Principalmente água e energia, a troca para motores de alta performance, construção novo prédio utilizando o conceito da construção sustentável. Todo o resíduo gerado da manutenção dos jardins, como corte da grama, poda de árvores, resíduos verdes do refeitório são encaminhados para a produção de húmus com nossas valentes minhocas que transformam todos estes resíduos em húmus. O húmus produzido é utilizado na fertilização dos jardins que produziram os resíduos.<br />
<strong>Para a Novozymes, a responsabilidade socioambiental é uma questão de diferencial de mercado ou dívida com a sociedade?</strong><br />
No meu ponto de vista as duas coisas. Claro que o mercado internacional exige que se produza com as melhores práticas ambientais, sociais e financeiras. Eu vejo que a dívida com a sociedade já vem de muitos anos atrás e hoje estamos tentando mitigar o efeito desta dívida.</p>
<p><strong>Qual a ligação da empresa com projetos de fontes de combustíveis de energias renováveis?</strong><br />
A ligação que a Novozymes tem é muito forte, pois produzimos enzimas para produzir etanol de primeira e segunda geração. Este ano lançamos nossas celulases para produção de etanol de palha de milho e agora estamos nos dedicando para as celulases que serão utilizadas no processo de produção do etanol de segunda geração do bagaço da cana de açúcar.</p>
<p><strong>Há pouco tempo, a Novozymes expandiu seus negócios, ao adquirir a Turfal, fabricante paranaense de produtos agronômicos e biológicos. O que motivou a aquisição</strong>?<br />
A principal razão para esta aquisição é que queremos expandir nossa posição no mercado de agricultura sustentável. Trata-se de uma oportunidade para a Novozymes continuar ajudando a enfrentar o enorme desafio de alimentar o mundo no futuro. A produção agrícola global requer um aumento de 70% para poder alimentar uma população que chegará a 9 bilhões de pessoas em 2050. Os inoculantes fixadores de nitrogênio da Turfal e da Novozymes podem ajudar os agricultores a reduzir suas necessidades de fertilizantes de nitrogênio no cultivo de leguminosas em até 80%. Esta é uma proposta de valor único em um mundo no qual os agricultores estão sob pressão para aumentar a produção de uma maneira sustentável.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Pesquisa realizada com a ONG WWF mostra que a biotecnologia industrial tem um potencial de redução da emissão de carbono de até 2,5 bilhões de toneladas por ano até 2030, o que corresponde a 5% das emissões mundiais em 2008. Quais os projetos são ligados diretamente à redução das emissões de CO2 na Novozymes?<br />
</strong>Um grande exemplo que temos é de através dos nossos clientes utilização das nossas soluções biológicas, no ano passado, mais de 28 milhões de toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas. Isto é aproximadamente tirar de circulação 5 milhões de carros de modelo pequeno.</p>
<p><strong>Além de diminuir impactos ambientais, a Novozymes tem outras preocupações, como na área social? Quais são?<br />
</strong>Uma das preocupações da Novozymes é com a educação. Temos um projeto social juntamente com a Prefeitura da Cidade de Araucária onde nossos técnicos estão capacitando os professores da rede de ensino público. O projeto chama-se Biotecnologia para sustentabilidade, onde os professores têm aulas sobre biotecnologia e também sobre enzimas industriais e suas aplicações e depois tudo isto é repassado aos alunos do ensino fundamental.</p>
<p><strong>Como vê o empresariado brasileiro em relação à sustentabilidade?<br />
</strong>Ainda temos um caminho a ser percorrido, pois para alguns sustentabilidade é sinônimo de gasto de dinheiro sem retorno. No geral a situação está melhor quando comparada com anos atrás, mas ainda deve ser muito melhorada.<br />
<strong>Deixe sua mensagem para os leitores da Geração Sustentável.</strong><br />
Sustentabilidade não é gasto e sim investimento. Produzir sem degradar é possível sim, basta querer.</p>
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		</item>
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		<title>Carreiras socialmente responsáveis em finanças</title>
		<link>http://geracaosustentavel.com.br/2010/08/23/carreiras-socialmente-responsaveis-em-financas/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 20:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguindo o tripé de resultados Econômicos, Sociais e Ambientais, novas oportunidades surgem para os profissionais de finanças. Veja mais! Pensando em como incluir sustentabilidade na sua carreira? Se você está interessado na área de finanças, talvez também preocupe-se em como seus interesses podem levar a um equilíbrio entre trabalho, valores e crenças. Seguindo o tripé [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/0_mercado_verde.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-521" title="0_mercado_verde" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/0_mercado_verde.jpg" alt="" width="240" height="211" /></a>Seguindo o tripé de resultados Econômicos, Sociais e Ambientais, novas oportunidades surgem para os profissionais de finanças. Veja mais! Pensando em como incluir sustentabilidade na sua carreira? Se você está interessado na área de finanças, talvez também preocupe-se em como seus interesses podem levar a um equilíbrio entre trabalho, valores e crenças. Seguindo o tripé de resultados Econômicos, Sociais e Ambientais, novas oportunidades surgem para os profissionais de finanças. As vagas passam pelo investimento social privado, microfinanciamentos e rentáveis investimentos em novos negócios sustentáveis.</p>
<p>As finanças sociais podem abrir as portas para muitas soluções e dilemas. Embora pareçam novidade, elas já existem desde que o primeiro indivíduo posicionou-se contra o lucro a qualquer custo. Um peregrino calvinista não iria financiar a escravidão antes da guerra de secessão, assim como um opositor consciente não iria financiar máquinas de guerra hoje. Antes que tenha uma epifania sobre suas metas de carreira, você pode querer saber mais sobre as várias facetas das finanças sociais, as oportunidades de carreira que estão abertas e a formação que você pode precisar para correr atrás de seus sonhos.<span id="more-519"></span></p>
<p><strong>Finanças sociais definidas</strong></p>
<p>Finanças sociais nada mais são que instrumentos financeiros usados para promover metas sociais. Entre esses instrumentos estão o crédito, a poupança, os investimentos e os empréstimos, entre outros dispositivos. Estas ferramentas ajudam as classes sociais mais baixas a lidarem melhor com o risco, tirar vantagem de oportunidades de geração de renda, organizar-se e ter voz. Estas ferramentas também incorporam valores pessoais e preocupações sociais com decisões de investimento, onde indivíduos ou grupos esperam ajudar inciativas de negócios sustentáveis.</p>
<p>Historicamente, as finanças sociais pertenceram a governos e organizações de caridade ou religiosas. Contudo, com um foco no aquecimento global e com notícias sobre dificuldades encontradas por indivíduos em países subdesenvolvidos, o setor privado se envolveu nesse campo especializado. Enquanto alguns negócios e indivíduos procuram usar fundos para a filantropia, outros querem contribuir com um olho no lucro.</p>
<p>Então, enquanto as metas sociais parecem ser as mesmas entre os financiadores sociais, as tentativas por trás destas metas podem ser grandes. Por exemplo, uma corporação pública e um indivíduo podem querer ajudar populações de baixa renda. A corporação pode querer eliminar a pobreza para criar um novo mercado consumidor para os seus produtos enquanto o indivíduo pode trabalhar na mesma meta para concretizar uma crença na igualdade social.</p>
<p><strong>Algumas carreiras nas finanças sociais</strong></p>
<p>Se você está interessado em questões financeiras, você já sabe que os mercados têm se integrado até um certo nível, e que esta integração – ou globalização – significa que vários países tornaram-se mais interdependentes. O capital financeiro está fluindo para mercados pré-emergentes e emergentes, onde estes fundos ajudam indivíduos e comunidades a encontrarem suas necessidades sociais.</p>
<p>Carreiras em finanças sociais se expandiram ao ponto em que é possível frequentar uma universidade como a School for Social Entrepreneurs em Londres, que se foca unicamente no empreendedorismo social. Quer seus interesses estejam voltados para uma participação não-lucrativa ou lucrativa neste ramo especializado, você pode imaginar onde suas oportunidades estão.</p>
<p>Alguns postos de trabalho em finanças sociais podem incluir:</p>
<p>Investidor comunitário: O investidor comunitário trabalha para arrecadar, supervisionar e dirigir capital para as oportunidades de investimento da comunidade nas áreas local ou regional, e internacional. As comunidades em questão geralmente foram mal servidas ou ignoradas pelos serviços financeiros comuns. Você pode saber mais sobre investimentos comunitários e algumas organizações envolvidas com esta expansão no fórum do investimento social do Community Investing Center (Centro de Investimento Comunitário).</p>
<p>Geralmente, investidores comunitários respondem a um conselho de diretores e, em última instância, aos acionistas de uma companhia que organiza os esforços de investimento. Mas você pode trabalhar para se tornar um capitalista de risco que se foca nos potenciais da comunidade, em vez de se concentrar em novos negócios. Ou você pode achar um lugar dentro das várias organizações ou em seus conselhos.</p>
<p>Micro-Financiador: investidores comunitários podem também se tornar micro-investidores, um papel muito similar ao do capitalista de risco mas que não demanda retorno no investimento em todos os casos. Este indivíduo procura fornecer a indivíduos ou comunidades pobres os meios para investir ou realizar empréstimos para negócios ou desenvolvimento da comunidade. Geralmente estas transações financeiras eliminam a necessidade de colaterais, e elas requerem investimentos menores que a média.</p>
<p>O micro-financiador pode trabalhar sozinho ou para companhias que variam de negócios financeiros a organizações não governamentais (ONGs). Como investidor solo, você pode também se tornar envolvido com oportunidades oferecidas por redes de micro-financiamento que se focam em ajudar indivíduos tão diversos como os membros da sua própria família até desconhecidos em países em desenvolvimento.</p>
<p>Setor sem fins lucrativos: O setor sem fins lucrativos é, talvez, o braço mais tradicional da rede de finanças sociais. Quando você trabalha para uma organização sem fins lucrativos ou fundação privada, você geralmente vai responder a um conselho de diretores ou curadores, dependendo da estrutura legal da organização. O setor sem fins lucrativos é diversificado, pois varia do interesse pelas artes até os direitos dos animais.</p>
<p>O setor sem fins lucrativos é também o mais diversificado quando se fala em oportunidades. Enquanto alguns indivíduos se satisfazem em voluntariar para esforços sem fins lucrativos, você também pode procurar uma carreira como executivo ou trabalhar como redator de subvenções freelance ou coordenador de projetos. Os postos de trabalhos freelance podem lhe permitir satisfazer seus desejos de fornecer ajuda a várias organizações e ainda pagar o aluguel.</p>
<p>Empreendedor social: Diferentemente dos capitalistas de risco, os empreendedores sociais fornecem soluções inovadoras para difíceis problemas sociais geralmente sem buscar lucro pessoal. Este empreendedor é similar ao empreendedor de negócios no que diz respeito a procurar construir alguma coisa do nada com criatividade e ambição. Empreendedores sociais, entretanto, vêem pessoas ou comunidades necessitadas em vez de novos negócios como seus mercados de reserva.</p>
<p>Empreendimentos sociais incluem negócios que medem seu sucesso pelos lucros e pelos benefícios à comunidade. Dito isto, uma carreira como empreendedor social poderia combinar as características altruístas das organizações sem fins lucrativos com micro-financiamento pró-lucro para criar uma oportunidade híbrida de financiamento social. Os indivíduos envolvidos em ambos os fins geralmente definem se a oportunidade tem ou não finalidades lucrativas, mas em todos os casos o projeto comumente ajuda a melhorar a situação social da comunidade.</p>
<p><strong>O que esperar</strong></p>
<p>Se você está realmente atraído por uma carreira financeira em contabilidade, investimento, pesquisa, bolsa de valores, ramo bancário ou outras áreas, então você sabe as emoções específicas que ganha com seu(s) interesse(s). Se você quer incorporar um viés social ao seu objetivo de carreira, você também vai precisar expandir suas habilidades e experiência por meio de educação e trabalho.</p>
<p><em>Você pode esperar os seguintes ganhos:</em></p>
<p>Habilidades interdisciplinares: você vai ganhar habilidades entre as disciplinas, já que pode precisar de experiência em outros campos que não o da administração financeira. Sociologia, antropologia, ciência política e outros estudos que estão listados sob o nome de Ciências Sociais ou Humanas irão ajudá-lo a alcançar seus objetivos. Você pode também se focar nas facetas tecnológicas, ambientais ou de liderança das carreiras financeiras. Suas necessidades interdisciplinares irão depender da sua decisão em se focar mais no aspecto social ou financeiro dentro deste campo.</p>
<p>Oportunidades de liderança: financiamento social é um meio de criar maneiras inovadoras de melhorar ambientes sociais, e este campo precisa de líderes criativos que possam tomar a iniciativa em muitas situações. Financiamento social é focado no dinheiro, mas esta é apenas metade da equação. O aspecto “social” requer indivíduos que possam identificar recursos não-usuais, além do dinheiro que possam ser usados para melhorar a situação de um indivíduo ou comunidade.</p>
<p>Então você pode escrever propostas de doações para projetos, ou pode procurar alternativas para fundos para resolver um problema. Ou você pode doar dinheiro suficiente para se sentar junto ao conselho da organização, ou doar seu tempo e energia para alcançar o mesmo objetivo. Habilidades de liderança nos negócios, como aquelas encontradas em administração organizacional, sem fins lucrativos ou de projetos, pode abrir portas para muitas oportunidades.</p>
<p>Flexibilidade: Carreiras em financiamento social atualmente podem ser vagas e muito indefinidas. Você pode achar um caminho para viajar pelo mundo ou pode procurar uma situação na qual esteja sozinho e rodeado de livros e materiais de arquivos. Como este campo está crescendo, contudo, você pode achar que seu trabalho vai demandar um pouco desses dois mundos e mais. Esta flexibilidade é parte do que muitos empregadores de finanças sociais procuram, já que seus voluntários e funcionários geralmente fazem várias coisas ao mesmo tempo.</p>
<p>A habilidade de ser flexível com uma situação é também definida como “criativa” e “inovadora”, especialmente quando situações inesperadas são encaradas com pouca reclamação. Uma situação flexível pode também ser significativa, já que um trabalho dentro do setor de finanças sociais vai bem a calhar para pessoas que querem usar suas habilidades, talentos, educação e dinheiro para concretizar mudanças sociais.</p>
<p>Conhecimento global: Mesmo que você termine num escritório apertado cercado de livros de contabilidade financeira, você aprende muito sobre como as pessoas vivem em outras comunidades ao redor do mundo. Este conhecimento global contém muitas vantagens para uma pessoa que procura ascender na carreira das finanças sociais ou para o indivíduo que eventualmente quer se tornar um capitalista de risco ou empreendedor. Sem conhecimento sobre política, influências culturais e outros temas que influenciam o desenvolvimento global, o financiador social vai perder tempo, habilidades e dinheiro.</p>
<p>Além disso, a globalização requer conhecimento especializado sobre como países e comunidades se tornam interdependentes. Quer você aprove ou não a globalização, a tendência à interdependência está em curso. Você pode usar sua participação numa carreira nas finanças sociais para apoiar as suas crenças. Onde começar Se uma carreira em financiamento social intriga você, você pode querer pesquisar mais e definitivamente querer experimentar este campo para saber até onde ele vai. Seu foco pode incluir voluntariado local, leituras online, aperfeiçoamento de educação e conversas com indivíduos que trabalham no campo.</p>
<p>Comece com voluntariado: Se você quer saber mais sobre como o “social” se conecta com as “finanças”, você pode se oferecer como voluntário para trabalhar com uma organização sem fins lucrativos. Você não apenas vai ganhar experiência no terreno, como também vai conhecer indivíduos que podem ajudar a apontar direções na sua carreira. Você pode também expandir seus horizontes para trabalhar em outras regiões.</p>
<p>Encontre outros financiadores sociais: Quando você se relaciona com outros indivíduos de mesma mentalidade, você pode aprender mais sobre o que esperar das suas aspirações na carreira. Se você planeja ir na direção do capitalista de risco, você pode achar outros indivíduos que pensam como você na National Venture Capital Association. Mesmo que os indivíduos dentro desta organização possam não participar de financiamentos sociais, eles podem ajudar você a ganhar conhecimento sobre o campo de investimentos.</p>
<p>Expanda sua educação: Mesmo se você já tiver alcançado o diploma de doutorado, você sempre pode expandir a sua educação para atingir as expectativas interdisciplinares requeridas por este ramo. Você pode cogitar esta faculdade em Londres ou encontrar cursos similares em empreendedorismo social na Duke University ou na Red Cross (Cruz Vermelha) para fundos sociais ou o fórum de investimento social pode oferecer oportunidades de aprender mais sobre investimentos que variam de iniciativas “verdes” a fundos que apóiam grupos minoritários.</p>
<p>Não importa a sua direção uma vez que você tenha entrado neste campo, você pode aprender que oportunidades financeiras nem sempre levam à gula, luxúria e depravação. Nem todas elas vão levar a uma vida sem necessidades vitais de sobrevivência. Quer você se incline na direção de carreiras com ou sem fins lucrativos, você pode achar uma área que precisa da sua ajuda e interesse. Você pode descobrir que a sua nova carreira vai ajudar você a “fazer o bem” e se dar bem.</p>
<p>Jimmy Atkinson (Editor do Forex Blog)<br />
Fonte: <a href="http://www.agendasustentavel.com.br">Agenda Sustentável </a></p>
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		<title>Ética para as empresas que financiam o processo eleitoral</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 20:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Ethos e a Transparência Internacional lançaram a cartilha Responsabilidade Social das Empresas no Processo Eleitoral &#8211; edição 2010. Ao contrário de outros países cujas eleições são, majoritariamente, financiadas por verbas públicas, no Brasil, o financiamento privado pode chegar a 70% de algumas campanhas. E é justamente nesse fato que se esconde a raiz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/0_eleicoes.jpg"><img src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/0_eleicoes-300x249.jpg" alt="" title="0_eleicoes" width="300" height="249" class="alignnone size-medium wp-image-511" /></a><br />
O Instituto Ethos e a Transparência Internacional lançaram a cartilha Responsabilidade Social das Empresas no Processo Eleitoral &#8211; edição 2010. Ao contrário de outros países cujas eleições são, majoritariamente, financiadas por verbas públicas, no Brasil, o financiamento privado pode chegar a 70% de algumas campanhas. E é justamente nesse fato que se esconde a raiz da corrupção brasileira.</p>
<p>Nas eleições estaduais e federais de 2006 e nas municipais de 2008, foram gastos, ao todo, cerca de R$4,6 bilhões. Esse é o valor declarado pelos candidatos e seus comitês financeiros. Do total, cerca de R$800 milhões são provenientes de recursos públicos, repassados pelo Fundo Partidário, o restante vem do setor privado brasileiro.</p>
<p>A realidade é bem diferente em países como Canadá, México, Estados Unidos, Chile e Argentina, em que o financiamento público é de, pelo menos, 25%. Há países em que essa porcentagem chega a 75%. Na Colômbia, desde 2005, é lei que os recursos públicos representem 80% do valor gasto nas campanhas eleitorais. Já no Brasil, as chamadas “campanhas viáveis” chegam a ter 70% de seus recursos provenientes de doações de empresas.<span id="more-510"></span></p>
<p>Segundo a cartilha &#8220;Responsabilidade Social das Empresas no Processo Eleitoral &#8211; edição 2010”, lançada, na última sexta-feira, pelo Instituto Ethos, em parceria com a Transparência Internacional, das 1000 maiores empresas do país, 486 financiam candidatos a cargos públicos e a quantidade de dinheiro doado por cada uma delas varia de R$6 milhões a R$23 milhões. As cem últimas empresas desse grupo contribuem com quantias em torno de R$20 mil. Essa pode ser uma das raízes da corrupção no país.</p>
<p>“As empresas são as maiores responsáveis pelo quadro político que vai surgir, pois elas pagam as campanhas e tem um poder enorme sobre os candidatos eleitos&#8221;, observa o presidente do Ethos, Oded Grajew. Isso quer dizer que, apesar de ilegal, muitas empresas doam recursos e recebem, em troca, benefícios de seus políticos, o que pode incluir desde privilégios em licitações públicas a resultados favoráveis na votação de certas leis. Atualmente, os setores que mais financiam as campanhas eleitorais são:<br />
- Indústria da Construção Civil (25,4%);<br />
- Bens de Consumo (12,4%);<br />
- Siderurgia e Metalurgia (12,1%) e<br />
- Bancos (8,3%).</p>
<p>“Ao financiar uma campanha política, a empresa precisa levar em conta o interesse público e não seu interesse particular&#8221;, afirma Oded. Por isso, desde 2002, o Instituto Ethos e a Transparência Internacional lançam, a cada dois anos, alguns meses antes das eleições, a cartilha para orientar as empresas sobre como agir eticamente no processo eleitoral. O material traz uma série de princípios que contemplam não apenas o cumprimento da legislação do país, mas posturas que vão além da lei e compõem o amplo conceito de “responsabilidade social empresarial&#8221;.</p>
<p>Acesse aqui o documento completo &#8211; Carti<a href="http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/4335/servicos_do_portaloticias/itens/ethos_e_transparency_international_lancam_manual_sobre_eleicoes_para_as_empresas_.aspx">lha Ethos </a></p>
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		<title>O que é “greenovation”?</title>
		<link>http://geracaosustentavel.com.br/2010/08/20/500/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 20:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora muito utilizado, o conceito de inovação é frequentemente mal empregado. Pois a definição de “greenovation” combina os conceitos clássicos de inovação e de sustentabilidade, conforme articulado por várias organizações globais de referência. Assim, podemos dizer que “greenovation” é tudo aquilo que “cria e captura valor ao atender às necessidades do presente sem comprometer a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/0_sustentabilidade_.jpg"><img src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/0_sustentabilidade_.jpg" alt="" title="0_sustentabilidade_" width="255" height="300" class="alignnone size-full wp-image-501" /></a><br />
Embora muito utilizado, o conceito de inovação é frequentemente mal empregado. Pois a definição de “greenovation” combina os conceitos clássicos de inovação e de sustentabilidade, conforme articulado por várias organizações globais de referência. Assim, podemos dizer que “greenovation” é tudo aquilo que “cria e captura valor ao atender às necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações atenderem às suas próprias necessidades”. Com essa definição em mente, temos conduzido intensas pesquisas em todos os tipos de negócios, sempre com o intuito de identificar os melhores exemplos de “greenovations” – isto é, de empresas cujas inovações geram resultados financeiros e ambientais.</p>
<p>Há uma característica comum a todas as categorias de inovação, bem como às companhias que aqui aparecem em destaque: elas são atuais. Nossa abordagem é diferente daquela utilizada por muitos autores, que preferem tratar do assunto à luz das necessidades do meio ambiente no futuro. O livro Natural Capitalism, de Jack Hallender, por exemplo, gerou grande repercussão ao sugerir que, de todo o capital existente no mundo, o “capital natural” é o que se encontra mais subvalorizado – dando a entender que os investimentos ambientalmente responsáveis tendem a dar retorno somente no futuro, e não agora.  <span id="more-500"></span></p>
<p>Nós saudamos a afirmação de Hallender de que o capital natural faz “a vida ser possível e dá sentido à existência deste planeta”. Mas acreditamos que não há tempo para esperar que os governos deem  o empurrão inicial a esse tipo de mudança. É provável que eles acabem demorando demais – no mínimo, mais do que o planeta é capaz de suportar. Mas os exemplos de “greenovation” que aparecem nestas páginas mostram que não é necessário aguardar por grandes mudanças nas leis globais, nos movimentos políticos ou na filosofia para tornar o planeta mais verde – e ganhar dinheiro fazendo isso. </p>
<p>De certa forma, Greenovate! amplia a mensagem de Daniel Esty, autor da obra Green to Gold, que oferece caminhos úteis para aqueles executivos que desejam incorporar produtos e processos sustentáveis a suas estratégias de negócios. A estratégia, lembra Esty, sempre vem em primeiro lugar – é o que pavimenta o caminho para lucros duradouros. O verde só se transforma em ouro quando o meio ambiente está incluído no âmago da estratégia. Ao mesmo tempo, todas as empresas dependem do lucro para existir, não importa quão filantrópicas elas sejam.</p>
<p>Aqui, nós analisamos negócios que são economicamente lucrativos e ambientalmente sustentáveis. Também damos atenção a empresas cujo objetivo é transformar a vida das pessoas na base da pirâmide. Implicitamente, endossamos a visão de Avner de Shalit em The Real Environmental Crisis, que critica a aparente contradição entre metas ambientais e metas financeiras. São justamente as sociedades mais ricas, afirma Shalit, que têm condições de aplicar recursos na preservação ambiental. </p>
<p>Há quem discorde de Shalit, é claro. Para muitos, ganhar dinheiro é algo inevitavelmente danoso para o meio ambiente. Afinal, não há como um sistema ser sustentável quando existe a necessidade de se crescer sempre. Mas Greenovate! sugere que, se novos negócios forem erguidos com base em práticas sustentáveis, então a necessidade de o capitalismo drenar recursos finitos acabará diminuindo. Tudo depende da nossa capacidade de continuar buscando as “greenovations”.</p>
<p>Hitendra Patel* defende o conceito que procura unir atitudes inovadoras com práticas de sustentabilidade no ambiente corporativo.</p>
<p>*Hitendra Patel, autor de “Greenovate! – Companies Innovating to Create a More Sutainable World” e diretor do IXL – Center da Hult International Business School</p>
<p>Fonte: AmanhãNews</p>
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		<title>Revista Geração Sustentável, Edição 18</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 17:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Open publication - Free publishing - More socioambiental]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div><object style="width:570px;height:400px" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;documentId=100801173413-441a4576fae6454abc665d83f7566dc5&amp;docName=gs_18_site&amp;username=revistageracaosustentavel&amp;loadingInfoText=Revista%20Gera%C3%A7%C3%A3o%20Sustent%C3%A1vel%20N%C2%BA%2018&amp;showFlipBtn=true&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" style="width:570px;height:400px" flashvars="mode=embed&amp;documentId=100801173413-441a4576fae6454abc665d83f7566dc5&amp;docName=gs_18_site&amp;username=revistageracaosustentavel&amp;loadingInfoText=Revista%20Gera%C3%A7%C3%A3o%20Sustent%C3%A1vel%20N%C2%BA%2018&amp;showFlipBtn=true&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml" allowfullscreen="true" menu="false" /></object><div style="width:570px;text-align:left;"><a href="http://issuu.com/revistageracaosustentavel/docs/gs_18_site?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml" target="_blank">Open publication</a> - Free <a href="http://issuu.com" target="_blank">publishing</a> - <a href="http://issuu.com/search?q=socioambiental" target="_blank">More socioambiental</a></div></div></p>
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		<title>PROGRAMA INTERNACIONAL DE RSC EM CURITIBA</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa em Responsabilidade Social Corporativa De Barcelona (Espanha) para Curitiba (Curso de Extensão) A Estação Business School, como escola inovadora, em parceria com o CIES, um centro de estudos e pesquisas avançados em Responsabilidade Social Corporativa, vinculado à Universidade de Barcelona, oferecem juntos um Programa de extensão com 56 horas em Responsabilidade Social Corporativa. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www2.estacaopr.com.br/programa-em-responsabilidade-social-corporativa/"><img title="RSC_estacao" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/RSC_estacao-300x215.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Programa em Responsabilidade Social Corporativa</p>
<p>De Barcelona (Espanha) para Curitiba (Curso de Extensão)</p>
<p>A Estação Business School, como escola inovadora, em parceria com o CIES, um centro de estudos e pesquisas avançados em Responsabilidade Social Corporativa, vinculado à Universidade de Barcelona, oferecem juntos um Programa de extensão com 56 horas em Responsabilidade Social Corporativa. O CIES tem um mestrado nesta área e é referência mundial. O programa contempla três módulos, que serão ministrados, em Curitiba, por dois professores do CIES, e por um professor brasileiro. É um programa de elevado nível e inédito no Brasil</p>
<p><span id="more-448"></span>.</p>
<p>No novo ambiente econômico dos negócios, de globalização e de intensa competição, as organizações de um modo geral tendem a assumir responsabilidades além dos objetivos puramente econômicos e razão de ser de suas existências. Na questão da sustentabilidade, seus processos produtivos devem atender as necessidades do presente sem esgotar recursos e possibilidades das gerações futuras em satisfazer suas necessidades. Na sustentabilidade empresarial, os lideres devem considerar o valor em suas cinco dimensões: econômica (financeiramente viável); social (individual e coletivamente justo); ambiental (ecologicamente correto); cultural (comportamentalmente transformador) e espacial (equilibradamente integrador = governança).</p>
<p>Estes três Módulos foram desenhados para proporcionar reflexões e possibilidades de aplicação um moderno modelo de gestão, tanto por meio da identificação dos conceitos fundamentais na área de sustentabilidade de negócios quanto à sua correlação com a eficientização energética e a minimização do impacto ambiental nos processo produtivos de empresas cidadãs.</p>
<p>Este programa tem como principais objetivos:</p>
<p>1. Proporcionar os conhecimentos teóricos e práticos necessários para a gestão de uma empresa ou organização que quer ser socialmente responsável;</p>
<p>2. Capacitar gestores e profissionais das empresas para que conheçam as metodologias que existem para analisar, por em prática e informar sobre a responsabilidade social corporativa;</p>
<p>3. Proporcionar uma formação específica a responsáveis por áreas de desenvolvimento sustentável;</p>
<p>4. Promover nos participantes do Programa uma cultura socialmente responsável.</p>
<p>Módulos e Conteúdos do Programa</p>
<p>Módulo 1: Responsabilidade Social da Empresa (18h)</p>
<p>Desenvolvimento sustentável e a responsabilidade social da empresa. Âmbitos de atuação da responsabilidade social da empresa (RSC). Capital social e diálogo com as partes interessadas (stakeholders). Investimentos socialmente responsáveis.</p>
<p>Professora: Isabel Vidal Martínez, Ph.D. em Economia, professora da Universidade de Barcelona. É fundadora e presidente do CIES e especialista em Responsabilidade social corporativa. É membro de várias instituições internacionais ligadas à RSC. Autora de várias publicações em RSC.</p>
<p>Dias de Aula: 18, 19 e 20 de agosto, com aulas à noite, das 19h00 às 22h15 e no dia 21 de setembro de 2010, sábado pela manhã (das 08h00 às 12h00).</p>
<p>Módulo 2: Padrões de Responsabilidade (20h)</p>
<p>Metodologia e conceito de auditoria. Fundamentos conceituais de relatório de sustentabilidade. Ferramentas de medição e comunicação da responsabilidade corporativa. Os padrões de responsabilidade corporativa: Global Reporting Initiative (GRI), Accountability 1000 (AA1000), Social Accountability 8000 (AS 8000). Aplicação de padrões de Responsabilidade Social Corporativa.</p>
<p>Professor: Jordi Morrós Ribera, professor titular de Contabilidade Financeira e Analítica da Universidade de Barcelona. É especialista em Responsabilidade social corporativa.</p>
<p>Dias de Aula: 15, 16 e 17 de setembro, com aulas à noite, das 19h00 às 22h15 e no dia 18 de setembro de 2010, sábado pela manhã (das 08h00 às 12h00).</p>
<p>Módulo 3: Sustentabilidade Social e Ambiental nos Negócios (20h)</p>
<p>Conceitos e Fundamentos da Sustentabilidade e Estudo de Cenário dos Impactos da Nova Economia. Competências centrais predisponentes à Sustentabilidade: critérios que favorecem a aceleração dos processos de adequação empresarial à vantagem competitiva (V-R-I-O). As Cinco Dimensões da Sustentabilidade de negócio e estratégia corporativa.Video e Debriefing: “O Origem das Coisas que Consumimos” / Annie Leonard . Estudo de Casos nas 5 Dimensões (melhores práticas).</p>
<p>Professor: Cleuton Rodrigues Carrijo, doutorando em estratégia e marketing, administrador, consultor de renome nacional e internacional, empresário, professor da Estação Business School e especialista em Sustentabilidade e em responsabilidade social corporativa.</p>
<p>Dias de Aula: 24 e 25 e 01 e 02 de outubro de 2010. As aulas deste módulo são às sextas-feiras (19h00 às 22h15) e aos sábados pela manhã (das 08h00 às 12h00).</p>
<p>Público-Alvo</p>
<p>Este Programa é destinado a gestores e profissionais que exercem ou pretendem exercer atividades no âmbito da Responsabilidade Social Corporativa, desenvolvimento sustentável, reputação corporativa e relações institucionais.</p>
<p>Certificação</p>
<p>Os participantes receberão um Certificado expedido pelo CIES em parceria com a Estação Business School, para isso deverão desenvolver um trabalho de aproveitamento.</p>
<p>Investimento</p>
<p>Para inscrições até o dia 15 de julho, o valor é de três vezes (julho, agosto e setembro) de R$ 1.000,00 (hum mil reais) ou à vista: R$ 2.800,00. As vagas são limitadas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Relatórios de Sustentabilidade 2009 &#8211; Eletropaulo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[AES Brasil disponibiliza na internet relatórios das seis empresas do Grupo A partir desta semana, estão disponíveis no portal www.aesbrasil.com.br os Relatórios de Sustentabilidade 2009 das empresas da AES Brasil. Pela primeira vez, sugestões dos stakeholders do Grupo foram incluídas nos documentos da AES Eletropaulo e AES Tietê. As ideias surgiram durante o Painel de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AES Brasil disponibiliza na internet relatórios das seis empresas do Grupo</p>
<p>A partir desta semana, estão disponíveis no portal www.aesbrasil.com.br os Relatórios de Sustentabilidade 2009 das empresas da AES Brasil. Pela primeira vez, sugestões dos stakeholders do Grupo foram incluídas nos documentos da AES Eletropaulo e AES Tietê. As ideias surgiram durante o Painel de Diálogo com Públicos de Relacionamento sobre Relatório de Sustentabilidade, que ofereceu aos participantes a possibilidade de opinar sobre a versão 2008 e apresentar sugestões de temas para serem abordados nas próximas publicações.</p>
<p><span id="more-446"></span></p>
<p>A AES Brasil realizou o Painel de Diálogo com Públicos de Relacionamento sobre Relatório de Sustentabilidade no fim do ano passado. Na ocasião, estavam presentes clientes residenciais e corporativos, colaboradores e fornecedores para discutirem temas relacionados à AES Eletropaulo. Já a reunião sobre a AES Tietê contou com colaboradores, fornecedores e profissionais da área do Poder Público.</p>
<p>Entre as principais sugestões inseridas no Relatório de Sustentabilidade 2009 estão a contextualização dos indicadores, detalhamento dos impactos de uma distribuidora no setor elétrico e a divulgação dos programas desenvolvidos pelas empresas nas comunidades. A publicação segue ainda as diretrizes G3 da Global Reporting Initiative (GRI) e inclui indicadores específicos do setor elétrico.</p>
<p>Além das informações da AES Eletropaulo e AES Tietê, também estão disponíveis no portal os relatórios de outras quatro empresas do Grupo AES Brasil: AES Sul (distribuidora), AES Uruguaiana (geradora) e AES Eletropaulo Telecom e AES Com Rio (telecomunicação).</p>
<p>Os relatórios de Sustentabilidade 2009 da AES Brasil destacam as principais iniciativas do Grupo para garantir o desenvolvimento de seus negócios dentro dos parâmetros econômico, social e ambiental, além de informações sobre a gestão das companhias.</p>
<p>Investimentos</p>
<p>Os relatórios também destacam os investimentos da AES Brasil. Em 2009, o Grupo destinou R$ 774 milhões na manutenção e expansão do sistema elétrico da AES Eletropaulo e AES Sul, em inovação tecnológica, na recuperação de perdas de energia de distribuição, em excelência operacional das usinas da AES Tietê e no desenvolvimento de tecnologia no segmento de telecomunicações por meio da AES Eletropaulo Telecom e da AES Com Rio. Para 2010, o Grupo prevê investir R$1,1 bilhão para atender 7 milhões de clientes em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.</p>
<p>Sobre a AES Brasil – está presente no país desde 1997 e possui mais de seis mil colaboradores. O Grupo faz parte de uma empresa global, a AES Corporation, um dos principais investidores do setor elétrico mundial, presente em 31 países dos cinco continentes. A AES Brasil atua nos setores de geração, distribuição e comercialização de energia e também no segmento de telecomunicações.</p>
<p>Fonte: In Press Porter Novelli</p>
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		<title>Nova edição: Indicadores de Sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Revista Geração</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A nova edição da revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL já está circulando&#8230; O tema de capa é Indicadores de Sustentabilidade! Abaixo você tem acesso ao editorial e aos títulos das matérias e artigos. Está disponibilizado também a matéria de capa. Boa leitura !!! EDITORIAL: OS INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS QUE IMPULSIONAM OS NEGÓCIOS Em toda a minha trajetória profissional, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/CAPA_18_final1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-444" title="CAPA_18_final1" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/CAPA_18_final1-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a></p>
<p>A nova edição da revista GERAÇÃO SUSTENTÁVEL já está circulando&#8230; O tema de capa é Indicadores de Sustentabilidade! Abaixo você tem acesso ao editorial e aos títulos das matérias e artigos. Está disponibilizado também a matéria de capa. Boa leitura !!!</p>
<p>EDITORIAL:<br />
OS INDICADORES SOCIOAMBIENTAIS QUE IMPULSIONAM OS NEGÓCIOS<br />
Em toda a minha trajetória profissional, sempre ouvi nas reuniões estratégicas das empresas um tradicional jargão do mundo corporativo “Só se gerencia aquilo que se mede”. Essa frase dita por um dos mais importantes estudiosos da área da administração moderna (Peter Drucker) encaixa-se muito bem em se tratando de gestão para sustentabilidade empresarial. Por outro lado, cria-se um enorme drama para os gestores, pois começam aí muitas indagações&#8230; Como medir algo sistêmico e multidisciplinar? É suficiente medir com indicadores quantitativos usuais ou necessariamente precisam ser criados indicadores qualitativos?</p>
<p><span id="more-430"></span><br />
Essas e outras perguntas são mencionadas nessa edição da revista juntamente à abordagem sobre os indicadores e as ferramentas disponíveis para as empresas medirem seus projetos socioambientais. Atualmente, as organizações, mundo afora, têm percebido que atuações nas áreas socioambientais são estratégicas para a continuidade e para a evolução dos negócios, mas como comprovar, de forma convincente, todos os esforços realizados nesse sentido? É correto realizar ações isoladas e enquadrá-las como responsabilidade socioambiental da empresa? Emitir um relatório recheado de cobertura jornalística, fotos e imagens de pessoas da comunidade sorrindo pode, de fato, qualificar a empresa com o título de “socialmente e/ou ambientalmente responsável”? Outro aspecto é a mensuração das ações socioambientais por meio do volume de recursos financeiros investidos. Isso é responsabilidade socioambiental? É possível medir melhoria na qualidade de vida da comunidade no entorno ou na recuperação de áreas degradadas por meio de “reais” investidos? O que de fato os treinamentos ou a quantidade de participantes em um evento melhoraram a qualidade de vida da comunidade, na empregabilidade dessas pessoas, na renda ou mesmo no grau de educação e de conhecimento? Foi feito algum acompanhamento da área degradada após o direcionamento de recursos? O que precisa de fato ser evidenciado em um balanço socioambiental não é o valor numérico, mas sim o resultado efetivo junto à localidade na qual foram realizados.<br />
Esta edição não tem a intenção de criar indicadores ou responder a todas essas questões, mas provocar uma reflexão nos gestores de que indicadores são necessários. Apesar de todas as intenções positivas por parte das empresas em seus projetos, é necessário medir com efetividade. Responsabilidade ou qualquer outro nome que seja dado a esse compromisso empresarial faz parte das ações transformadoras junto à comunidade e ao meio ambiente e não apenas do registro de boas práticas.</p>
<p>Pedro Salanek Filho &#8211; Diretor Executivo</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Nessa edição também você encontra:</p>
<p>MATÉRIAS<br />
Entrevista: Carlos Gusso (Risotolândia)<br />
Matéria de Capa: Visão Interior, olhar exterior (<a href="http://confrariasustentavel.ning.com/profiles/blogs/materia-de-capa-indicadores">acesse aqui</a>)<br />
Responsabilidade Social: Lições de cooperação e cidadania<br />
Visão Sustentável: Relatando a Sustentabilidade<br />
Energias Renováveis: O Futuro será elétrico<br />
Responsabilidade Ambiental: CO2 Uma questão de controle<br />
Gestão de Resíduos: Ideias que visam proteger o futuro</p>
<div>ARTIGOS</div>
<div>Ser Sustentável &#8211; Ivan de Melo Dutra &#8211; As vantagens de ser pequeno</div>
<div>Gestão Sustentável &#8211; Jeronimo Mendes &#8211; Governança Corporativa na empresa familiar</div>
<div>Meio Ambiente &#8211; Gastão Octávio da Luz &#8211; Os ambientes e as visibilidades</div>
<div>Destaque Jurídico &#8211; Antonio Claudio Demeterco &#8211; Os contratos de Franquias</div>
<p><a href="http://geracaosustentavel.com.br/contato/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-436" title="rodape_assinatura" src="http://geracaosustentavel.com.br/wp-content/uploads/rodape_assinatura-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a></p>
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