Revista Geração Sustentável – A Revista do Desenvolvimento Sustentável Corporativo

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QUE EM 2012 VOCÊ MELHORE O MUNDO!

Postado em 22 de dezembro de 2011 por Revista Geração
Categoria: Uncategorized

CARRO ELÉTRICO EM LARGA ESCALA JÁ É UMA REALIDADE

Postado em 9 de dezembro de 2011 por Revista Geração
Categoria: Desenvolvimento Sustentável, negócios, responsabilidade social, sustentabilidade, Uncategorized

NISSAN LEAF, PRIMEIRO CARRO 100% ELÉTRICO, PRODUZIDO EM LARGA ESCALA

Disponível nos mercados dos Estados Unidos, Japão e alguns países da Europa, esse veículo anuncia uma nova era de mobilidade, a de zero emissão

O Nissan LEAF, primeiro carro produzido em larga escala 100% elétrico, anuncia uma nova era de mobilidade – a era de emissão zero. Diferentemente de veículos equipados com motor de combustão interna, o sistema de transmissão do LEAF não possui tubo de escape e, portanto, nenhuma emissão de CO2 ou outros gases de efeito estufa. (Na foto: Pedro Salanek Filho, diretor executivo da revista Geração Sustentável)

Desenvolvido com chassi movido a bateria de íon de lítio, possui autonomia de 160 km com uma única carga (de acordo com dados da US EPA City Cicle), capaz de se recarregar completamente em 8 horas, em uma tomada de 220 volts, ou ainda de ter 80% de carga em apenas 30 minutos, utilizando um carregador de 400 volts. O pacote de bateria íon de lítio avançado contém uma garantia de 8 anos ou 160.000 km. O LEAF é um hatch de porte médio com cinco lugares confortáveis, motor CA síncrono de grande resposta (80 kW) que gera 107 cv e um torque de 28,5 kgfm. Oferece 100% de seu torque desde o início, proporcionando aceleração suave e consistente, com sensação de condução semelhante à de um motor V6 convencional.

É um “carro de verdade”, que não emite poluentes, acessível e com autonomia de carga suficiente para as necessidades urbanas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o LEAF é comercializado por US$ 32.700, sem contar os descontos proporcionados pelo governo local que está incentivando o carro elétrico tanto para a indústria quanto para o mercado.

O Nissan LEAF é a incorporação da visão inovadora da marca em relação ao futuro e a décadas de investimentos e pesquisas. A companhia tem uma abordagem holística para o modelo de negócios do veículo elétrico, o que significa pensar em longo prazo e estar orientada a definir alianças e parcerias que tornam viável sua comercialização. Para isso, programas de mobilidade com emissão zero foram firmados com governos locais e instituições privadas de países como Reino Unido, Portugal, Japão e Estados Unidos, no total de mais de 30 parcerias no mundo. No Brasil, a cidade de São Paulo, foi a primeira a assinar um termo de compromisso para estudar a implantação de uma rede de recargas para este tipo de automóvel.

Fabricado atualmente em Oppama, no Japão, ele terá a produção em Smyrna, Tennessee, EUA, em 2012. Enquanto isso, baterias de íon lítio estão sendo produzidas em Zama, Japão, com produção adicional planejada para EUA, Reino Unido e Portugal, e outros locais para investimento estão em estudo no mundo.

Lançado em 2010 no Japão, EUA e em alguns países da Europa, o Nissan LEAF revolucionou o conceito de mobilidade e marcou uma nova era para a indústria automotiva. Neste ano, conquistou o principal reconhecimento do setor automotivo, o prêmio “Carro do Ano 2011” nos EUA, além do “Carro do Ano” na Europa e o “Top Safety 2011”.

Conheça aqui as especificações técnicas!

O estilo diferenciado do exterior do Nissan LEAF é caracterizado por um design em forma de V vertical acentuado, longos faróis dianteiros de LED inclinados para cima com uma aparência refletiva interna azul

ABRINDO O SILÊNCIO PARA O MUNDO

Postado em 8 de dezembro de 2011 por Revista Geração
Categoria: Desenvolvimento Sustentável, responsabilidade social, socioambiental, sustentabilidade, Uncategorized

Inclusão social dos surdos é meta da parceria do Instituto Seli e Grupo Uninter

Formação e educação são bases para o desenvolvimento de qualquer ser humano. Por isso são tão importantes e valorizadas no mundo atual, que requer de cada indivíduo uma capacidade de interação e atuação independentes e certeiras.

Visualizando essas necessidades na sociedade atual, o Instituto SELI (Surdez Educação Linguagem e Inclusão) se organizou-se para dar aos surdos a oportunidade de atuação na sociedade em geral de igual para igual com pessoas que não tem o silêncio como parceiro diário. “O objetivo do instituto é formar e educar cidadãos surdos com consciência e capacidade de atuação na sociedade, permitindo que tenham liberdade de expressão e exerçam sua individualidade”, afirma Márcia Miola, diretora do Instituto SELI.

O Instituto SELI começou suas atividades em 2002, quando abriu as portas de sua escola para atender alunos surdos no período escolar da Educação Infantil e na primeira fase do Ensino Fundamental. Com a atuação diária, o instituto foi percebendo novas necessidades do universo dos surdos, ampliando, assim, sua atuação. Hoje, o instituto atua em cinco diferentes frentes: colégio, cursos, capacitação, clínica e cultura surda. O trabalho visa à inclusão da pessoa surda desde o momento do seu diagnóstico até sua atuação no mercado de trabalho. “O acompanhamento inclui desde a formação escolar, com enfoque bilíngue, passando pela capacitação técnica, graduação, pós-graduação e encaminhamento profissional. Além do trabalho com a pessoa surda, é feito também um trabalho com as famílias, para que vivenciem junto à trajetória”, explica Márcia. LEIA MAIS

COMO ANDAM AS PRÁTICAS DE SUSTENTABILIDADE DOS BANCOS BRASILEIROS?

Postado em 5 de dezembro de 2011 por Revista Geração
Categoria: Desenvolvimento Sustentável, negócios, responsabilidade social, sustentabilidade

Em meio a juros altos, greves de funcionários e reclamações de clientes, bancos brasileiros seguem crescendo em lucratividade e, segundo declaram, sustentabilidade socioambiental

Os maiores bancos no Brasil baseiam sua publicidade em slogans que transmitem proximidade, amizade e até cumplicidade com o cliente: há o banco “todo seu”, o “feito para você”, o do “vamos fazer juntos”, o da “presença lado a lado com você”, aquele “que acredita nas pessoas” e até o que afirma que, para seus clientes, “o mundo não tem limites”. Tanto em peças publicitárias como em longos relatórios em seus sites, não cansam de exaltar suas práticas sustentáveis tanto financeiramente quanto social e ambientalmente.

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) divulgou, em junho deste ano, um, informe a respeito de responsabilidade social e sustentabilidade do setor financeiro em relação ao Protocolo Verde: assinado em 1995, é uma carta de intenções dos cinco bancos controlados pelo Governo Federal que se comprometem a incorporar a dimensão ambiental no seu sistema de análise e avaliação de projetos, e a priorizar ações de apoio ao desenvolvimento sustentável). São aderentes ao protocolo os bancos Bradesco, Banco do Brasil, HSBC e Santander que, procurados pela GERAÇÃO SUSTENTÁVEL, preferiram não comentar o assunto além das informações que se encontram em seus websites. A Caixa Econômica Federal que, segundo o relatório da Febraban, é respondente à Matriz de Indicadores do Protocolo Verde, também não deu retorno até o fechamento desta edição.

O informativo destaca algumas ações que ainda precisam ser tomadas por esses bancos e pelos outros listados como aderentes ao protocolo ou respondentes à matriz (Amazônia, BANCOOB, Banrisul, BIC, BPN, Cacique, Citi, Nordeste, Nossa Caixa Desenvolvimento, Rabobank, Safra, Sicredi, Sofisa, Tribanco e Votorantim): padronização dos procedimentos nos âmbitos federal, estadual e municipal; definição do conteúdo mínimo das licenças; disponibilização das informações por meio do PNLA – Portal Nacional de Licenciamento Ambiental, ajustado às esferas de governo; e relação de órgãos autorizados a emitir licenças ambientais de modo que todos os agentes de mercado reconheçam a legitimidade das licenças. O informativo destaca, ainda, as principais ações alcançadas pelo sistema financeiro brasileiro nas dimensões econômica (serviços bancários setoriais “verdes”), social e educativa (programas setoriais).

A preocupação das grandes instituições financeiras com essas áreas não é nova, nem se resume ao Brasil. Ainda em 2008, uma publicação do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), Sustentabilidade Financeira no Setor Financeiro: um Caso Prático (escrita por Victorio Mattarozzi e Cássio Trunkl) dizia, nas palavras do então chefe do Departamento de Meio Ambiente do BNDES, Eduardo Carvalho Bandeira de Mello, que essas iniciativas já eram bastante oportunas, ocorrendo em um momento em que os bancos no mundo estavam adaptando suas práticas e políticas no sentido de reforçarem seu compromisso com o meio ambiente. “Esse movimento não se dá por acaso. Além da importância crescente do risco ambiental e de sua consideração nas políticas bancárias de crédito, há que se ressaltar a crescente pressão de investidores, acionistas, fornecedores e clientes em geral no sentido de tornar as instituições financeiras efetivamente comprometidas com o desenvolvimento sustentável”. LEIA MAIS