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EDIÇÃO 24

Postado em 17 de outubro de 2011 por Revista Geração
Categoria: Uncategorized

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IPEA LANÇA LIVRO SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Postado em 12 de outubro de 2011 por Revista Geração
Categoria: Uncategorized

IPEA lança o livro: Mudança do Clima no Brasil: Aspectos Econômicos, Sociais e Regulatórios
O portal do Ipea reúne pesquisas sobre políticas financeiras e industriais e outros dados importantes para a construção de políticas públicas e o planejamento econômico do país.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou recentemente o livro Mudança do Clima no Brasil: Aspectos Econômicos, Sociais e Regulatórios. Esta publicação e uma série de outros estudos desse tipo podem ser encontrados no portal do Ipea, um espaço de informações sobre o desempenho social e econômico do Brasil, com pesquisas sobre políticas financeiras e industriais, bem como outros dados importantes para a construção de políticas públicas e o planejamento de atividades econômicas.

Os relatórios periódicos apontam tendências e mostram como o planejamento pode redirecionar o desenvolvimento de empresas e de governos estaduais e municipais. Entre as publicações recentes está Crise Financeira Global: Mudanças Estruturais e Impactos sobre os Emergentes e o Brasil.

Acesse aqui o pdf do livro!

Fonte: IPEA

COMPOSTEIRAS INDUSTRIALIZADAS FACILITAM APROVEITAMENTO DE LIXO ORGÂNICO

Postado em 10 de outubro de 2011 por Revista Geração
Categoria: socioambiental

Reaproveitar resíduos orgânicos é bom tanto para quem o transforma em adubo quanto para quem protege a saúde do planeta e da humanidade

A fim de obter um adubo mais barato e natural para a horta caseira e o milharal da chácara, o psicólogo Nélio Pereira da Silva começou a fazer compostagem – transformação do lixo orgânico em adubo – há cerca de cinco anos. A horta fica no quintal da casa em Curitiba e, o milharal, em uma chácara em Campo Largo, no Paraná. “Gosto de lidar com planta e usar o lixo orgânico para fazer adubo caseiro é um jeito de contribuir com o meio ambiente, transformando o que iria parar em sacos lixo em um produto que me ajuda a cuidar da horta, da grama e do milharal”, diz Silva.
Há quatro meses, ele descobriu um jeito mais prático e organizado de fazer a compostagem e adquiriu duas composteiras manuais industrializadas: uma pequena, para a casa, onde vivem quatro pessoas, e outra, um pouco maior, para a chácara, onde os sabugos do milho produzido também são utilizados no composto. Silva se diz muito satisfeito com as novas composteiras: “É muito melhor porque antes tinha passarinho revirando e dava muito mais trabalho. O custo benefício vale a pena”. Leia a matéria completa

ACADEMIAS AO AR LIVRE ELEVAM A QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO

Postado em 10 de outubro de 2011 por Revista Geração
Categoria: qualidade de vida, saúde, socioambiental

Porque esses espaços estão se multiplicando pelo país e como o poder público, em parceria com a iniciativa privada, pode ajudar a manter academias de forma sustentável

Existem diferentes formas da sociedade se relacionar com o meio ambiente. Com a ocupação de espaços públicos de lazer e recreação, como por exemplo as praças e parques, as pessoas estão não somente em contato com outras, bem como com a natureza, conscientizando-se da necessidade de preservá-la. Para ampliar a oferta de espaços públicos que promovem esse tipo de interação e ainda proporcionem qualidade de vida a população, o poder público de diferentes cidades do Brasil está adotando cada vez mais como estratégia a implementação das academias ao ar livre.

Em Curitiba, as academias já estão localizadas em 64 pontos da capital, se consolidando como referência para a população que busca melhoria da condição física, qualidade de vida e saúde. É o caso de Leoninda Nogueira Chaves, de 65 anos, que todos os dias, bem cedo pela manhã ou no final da tarde, caminha até o parque Bacacheri para utilizar os equipamentos da academia ao ar livre. Ela conta que tem artrose e osteoporose e por isso sentia muitas dores no corpo, principalmente nos ombros e no quadril, e que depois que começou a utilizar os equipamentos instalados no parque começou a se sentir melhor. “Eu não gosto de academia fechada, já fiz e parei. Depois comecei a fazer apenas caminhadas, mas meu médico pediu para que eu fizesse ginástica nas academias ao ar livre e eu gosto de vir aqui”, afirma a aposentada comentando sobre o ar puro e o cheiro de mato que, segundo ela, dão uma sensação de bem estar durante as práticas.

Além de Leonina, uma pesquisa publicada pela Universidade Estadual de Maringá constatou que as academias trazem de fato benefícios a saúde de outros usuários da terceira idade. Intitulada “Frequência da atividade física e uso de medicamentos em usuários das academias da terceira idade no município de Maringá”, o estudo apontou que um dos maiores benefícios é que as Academias da Terceira Idade (ATI) instaladas na cidade, viabilizaram para a população o acesso a prática de atividade física, uma vez que 40% dos frequentadores relataram que não faziam nenhum tipo de atividade física antes de começar a frequentar esses espaços. Leia a matéria completa